Pesquisa analisa atuação do CONSEA, extinto em 2019, na formulação de políticas de combate à fome

Rui Gonçalves • 11 de janeiro de 2022

A fome na América Latina alcançou no ano passado um patamar que não se via há décadas, segundo o mais recente relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre segurança alimentar, publicado em dezembro de 2021. A insegurança alimentar é um problema mundial de saúde pública. No Brasil, a configuração de uma política de Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) ganhou centralidade na agenda governamental a partir de 1980. Um artigo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca - ENSP examina a atuação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) na coordenação da política de SAN no Brasil durante 10 anos. A pesquisa concluiu que o financiamento adequado e a atuação do Estado na proteção social são essenciais para a superação dos desafios.


O artigo das pesquisadoras da ENSP, Verena Duarte de Moraes, Cristiani Vieira Machado e Rosana Magalhães, publicado na revista Ciência & Saúde Coletiva (clique aqui para ler) diz que a insegurança alimentar afeta desigualmente a população e tem relação com problemas de saúde como desnutrição, sobrepeso, obesidade e doenças crônicas não transmissíveis. “O tema tem se destacado nas áreas da saúde, nutrição e ciências sociais e ocupado a agenda das políticas públicas de diversos países.”

No Brasil, lembram elas, as políticas de SAN apresentaram uma trajetória fragmentada. No contexto da redemocratização, a I Conferência Nacional de Alimentação e Nutrição, em 1986, mobilizou muitas organizações da sociedade, incluindo acadêmicos e profissionais. Nas décadas seguintes, sob novo marco constitucional legal, houve mudanças nas políticas de Alimentação e Nutrição, ressaltando a configuração do conceito de SAN, o consenso em torno do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA), a criação de conselho nacional suprassetorial e a valorização da intersetorialidade.

A intersetorialidade, explicam elas, é essencial nas políticas de SAN, que abrangem diversos setores da economia e diferentes atores sociais, compreendendo a produção, o abastecimento, a comercialização, o acesso e o consumo de alimentos. “Diante dessa complexidade, mecanismos institucionais de coordenação entre áreas foram construídos para assegurar a implementação de políticas.”

O artigo destaca a criação do CONSEA, em 1993, como órgão consultivo vinculado à Presidência da República, constituindo um espaço de articulação intersetorial e de negociação entre Estado e sociedade civil na construção de políticas na área. “Nesse primeiro momento, o CONSEA promoveu a aproximação entre setores de governo e sociedade, conjugando pactuação política e controle social. No entanto, enfrentou constrangimentos e limites para a efetiva atuação, em grande parte devido ao panorama restritivo de gastos públicos, culminando com sua revogação pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1995. Posteriormente, em 2003, e no âmbito do primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, o CONSEA foi recriado, mantendo as mesmas características, com participação majoritária da sociedade civil e representação de diversos ministérios.”

No que concerne à Política Nacional de SAN, a Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, instituída de forma participativa em 2006, representou a consagração de uma concepção abrangente e intersetorial da política, afirmam as pesquisadoras, bem como dos princípios que a orientam: universalidade, autonomia e respeito à dignidade humana; participação social e transparência. “A Lei instituiu a Política Nacional de SAN e o Sistema Nacional de SAN, integrado pelo CONSEA, Conferências, Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN), instituições privadas e um conjunto de órgãos e entidades de diferentes setores em todos os níveis de governo. Definiu também atribuições para a atuação do CONSEA na formulação, monitoramento e avaliação de políticas, de acordo com as Conferências Nacionais de SAN, incluindo a proposição à CAISAN de diretrizes para o Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PLANSAN). Nesse sentido, expressou a preocupação com a institucionalização e continuidade das políticas na agenda governamental.”

Segundo a pesquisa, a extinção do CONSEA, em 2019, após a mudança do governo federal, suscitou reação imediata de organizações e entidades de diferentes áreas, inclusive internacionais, que manifestaram o risco de fragilização das políticas de SAN.

De acordo com os resultados do estudo, o CONSEA, em 2007 era composto por um terço de representantes governamentais, compreendendo ministros de Estado e secretários especiais, e dois terços de representantes da sociedade civil escolhidos a partir de critérios aprovados na Conferência Nacional de SAN. A sua estrutura organizacional era formada por uma Secretaria Geral e uma Secretaria Executiva; a Mesa Diretiva; as Comissões Permanentes; os Grupos de Trabalho e a Comissão de Presidentes de Conselhos Estaduais e do Distrito Federal de SAN.

Segundo as entrevistas da pesquisa, a Mesa Diretiva era uma instância decisiva na construção da agenda, estabelecendo um processo democrático para a seleção dos temas das plenárias. Os temas eram debatidos previamente pelas Comissões Permanentes ou grupos de trabalho, que elaboravam propostas para apreciação na plenária. As Comissões Permanentes foram reconhecidas como um espaço relevante de diálogo entre áreas de atuação do governo e da sociedade civil, de aprofundamento de debates e de preparação de documentos e temas para a discussão nas plenárias. Entretanto, dois presidentes do Conselho entrevistados identificaram limitações de articulação entre tais instâncias.

Ainda mostram que as decisões colegiadas eram encaminhadas à Presidência da República e a órgãos do governo, por meio das recomendações, exposições de motivos e resoluções. As recomendações contêm proposições dirigidas a um determinado órgão público. As exposições de motivos são documentos analíticos com proposições encaminhadas à Presidência da República. As resoluções tratam de deliberações sobre a organização e funcionamento interno do CONSEA.

Em dezembro de 2016 foi publicado outro decreto, informa o artigo, atualizando os nomes dos ministérios que compunham o CONSEA a partir da reforma ministerial que transformou Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) em Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário. Observaram-se preocupações sobre as atribuições dos membros e a dinâmica de funcionamento do Conselho perante tais mudanças. mostra que as entidades civis componentes do CONSEA, em 2016, eram representantes de diferentes setores e áreas da política. Destacam-se na composição do CONSEA como representantes da sociedade civil as redes e fóruns nacionais temáticos (10 vagas), formadas por organizações criadas, em sua maioria, no fim dos anos 1980. Ressalte-se a relevância da atuação dos integrantes do Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), dos quais três foram presidentes do Conselho.


Estrutura do CONSEA


A partir da análise das atas e das listas de presenças, a pesquisa explorou a participação dos órgãos governamentais nas reuniões no período do estudo. O MDS esteve presente em todas as reuniões, em geral com mais de um representante. Os ministros do MDS que exerceram o cargo no período estiveram presentes em mais da metade das plenárias. O Ministério da Saúde também contou na maior parte das reuniões com a presença de mais de um representante, destacando-se a baixa rotatividade dos membros desse órgão. A participação do Ministério da Educação foi significativa, especialmente se considerada a presença de representantes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Houve reuniões com representação simultânea do ministério e do FNDE (nesse caso, sem rotatividade).


Destaca-se que os membros do Ministério da Educação se identificavam não só pelo órgão, mas também mencionavam o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), sugerindo a importância desse programa nos debates dessa área junto ao CONSEA. No que concerne ao Ministério das Relações Exteriores, destaca-se a alta frequência e pouca alternância do seu representante, cuja participação foi elogiada nas atas e entrevistas, ocasionando ainda a emissão de uma nota de desagravo pela sua exoneração em 2016. Em relação ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), ressalte-se sua baixa participação e a presença da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) (empresa pública vinculada ao MAPA) em mais da metade das reuniões, representada, em geral, pelo mesmo membro.

Em relação às entidades civis, houve mudança de conselheiros e inversão de posição entre titulares e suplentes. No entanto, algumas entidades da sociedade civil mantiveram o mesmo representante durante todo o período analisado, como: Articulação Nacional de Agroecologia; Fórum Brasileiro de Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional; Especialista/pesquisador para o setor de enfoques sócio-políticos; Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil; Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida; Ação da Cidadania; Rede Evangélica Nacional de Ação Social e Articulação no Semiárido Brasileiro.

De acordo com os atores entrevistados, a participação dos representantes dos povos e comunidades tradicionais, do Fórum Brasileiro e da Articulação Nacional de Agroecologia foi expressiva nas reuniões. As organizações que vocalizavam as temáticas étnicas, raciais e do DHAA tiveram impacto importante na institucionalidade governamental e contribuíam para a constituição de comissões específicas. As entrevistas revelaram ainda o fortalecimento do debate em torno de questões étnicas e raciais a partir da representação da população negra e comunidades tradicionais na agenda do CONSEA.

Destaca-se a baixa participação das entidades empresariais relacionadas à indústria de alimentos e ao agronegócio. No período pesquisado, apenas a Associação Brasileira de Indústria de Alimentos, a Associação Brasileira de Supermercados e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil mantiveram a interface com o CONSEA. Membros do Conselho também indicaram a ausência de outros setores da iniciativa privada e de movimentos sociais. No entanto, a composição majoritária de representantes da sociedade civil e a ocupação da presidência por membro desse segmento conferia ao CONSEA uma peculiaridade como possível espaço de contestação, além de formulação de propostas e monitoramento da política. A sociedade civil valorizava tal arena pela sua visibilidade e certo grau de incidência na ação governamental. Entretanto, a eficácia da sua participação dependia da permeabilidade do governo. Como o CONSEA era capaz de dar voz a segmentos vulneráveis, alguns setores do governo eventualmente se sentiam ameaçados. Nesse sentido, observaram-se enfrentamentos e alianças entre governo e sociedade civil.


Agenda do CONSEA


O tema Planejamento/Gestão do CONSEA foi frequente nas pautas, o que pode estar relacionado ao esforço de institucionalização e fortalecimento dessa instância. Destacaram-se também, no planejamento da política, as discussões sobre o PLANSAN (2012-2015), o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Intersetorial de Prevenção e Controle da Obesidade.

Nas entrevistas, o Plano foi destacado como estratégia importante de conexão entre os setores e promoção da intersetorialidade, considerando os diversos temas e estratégias abarcados. O PPA também esteve presente na agenda, com ênfase na metodologia de construção do programa temático intersetorial de SAN. A elaboração desse programa envolveu a participação da sociedade civil em fóruns de discussão em todo o país. Os entrevistados destacaram o desafio de construção de um programa intersetorial, estratégico e com metas robustas para alcançar os propósitos da área, o que teria representado uma conquista para o CONSEA.

Em relação ao orçamento, os debates expressaram a insatisfação de conselheiros com o baixo aporte de recursos destinado à área da SAN e a limitada capacidade do Conselho interferir no financiamento de programas sob gestão dos ministérios. A maioria das exposições solicitavam suplementação orçamentária para diversos programas e ações. De acordo com as entrevistas, o orçamento foi destacado como elemento de disputa, bem como os desafios postos pelas restrições orçamentárias e pela distribuição.


Relevância do CONSEA na afirmação do direito à alimentação e na formulação de políticas de SAN


A pesquisa mostrou que o CONSEA foi um espaço importante de formulação de políticas na área de SAN no período analisado, favorecendo o diálogo e a articulação entre diferentes órgãos governamentais e entidades da sociedade civil. A atuação do Conselho se mostrou relevante para a afirmação do direito à alimentação e a formulação de políticas de SAN voltadas a diversos segmentos populacionais, especialmente os mais vulneráveis, indicando sua importância para a proteção social.

No entanto, segundo a pesquisa, o enfrentamento de questões estruturantes foi dificultado por limites na efetividade de atuação do Conselho no que concerne à repercussão de suas recomendações junto ao Poder Legislativo e às instâncias do Executivo de maior poder decisório, principalmente em temas que mobilizam fortes interesses econômicos, como a regulação do uso de agrotóxicos e da indústria de alimentos.

A priorização do tema da SAN na agenda federal seria fundamental para assegurar avanços, dizem os pesquisadores, dada a necessidade de enfrentamento de interesses econômicos nesse âmbito que às vezes colidem com os objetivos sanitários. “A garantia de financiamento adequado e o fortalecimento de instâncias colegiadas e participativas são críticos para a sustentabilidade e a efetividade de políticas nessa complexa área.”

Em meio ao cenário de instabilidade e de crise política e econômica no país agravado, a partir de 2015, a extinção do CONSEA, em 2019, representou o desmonte de um espaço que favorecia a participação social e a intersetorialidade na construção de uma política estratégica, criticam os autores. “Outros estudos são necessários para acompanhar a atuação do Conselho, de 2017 a 2018, e os efeitos da sua extinção, a partir de 2019, uma vez que a articulação entre Estado e sociedade civil e o fortalecimento da coordenação intersetorial são fundamentais, em contextos democráticos, para a garantia de políticas públicas que promovam o bem-estar social e a melhoria das condições de saúde da população”, apontam eles.


Foto: Agência Brasil

 


17 de março de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) participou, nesta terça-feira (17), de audiência no Ministério Público da Paraíba (MPPB), com o objetivo de contribuir para a construção conjunta de minuta de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) voltada à regularização dos serviços de Nutrição de um hospital no estado. Representaram o CRN-6 a coordenadora de Fiscalização, Aline Freire, e a diretora Roberta Lins, que apresentaram os principais achados técnicos decorrentes das ações de fiscalização realizadas pela autarquia. Entre os pontos destacados, esteve a necessidade de adequação do Quadro Técnico (QT), com ênfase na garantia de assistência nutricional ininterrupta, inclusive no período noturno, considerando a ausência de nutricionista em regime de 24 horas na unidade. Durante a reunião, a instituição hospitalar, representada por sua equipe técnica e assessoria jurídica, informou que, apesar das limitações identificadas, os serviços estariam sendo mantidos de forma satisfatória. No entanto, não foi apresentada proposta concreta de adequação às exigências técnicas apontadas. Diante desse cenário, a promotoria responsável informou que irá elaborar uma minuta de TAC com as adequações necessárias, a fim de assegurar a regularização do serviço e a proteção da assistência nutricional prestada aos pacientes. A coordenadora de Fiscalização do CRN-6, Aline Freire, destacou a centralidade do nutricionista na assistência hospitalar: “Não se trata apenas de adequação normativa, mas de garantir qualidade assistencial e segurança ao paciente. A presença do nutricionista de forma contínua, inclusive no período noturno, é fundamental para o acompanhamento adequado das condutas nutricionais e para a integralidade do cuidado.” Já a diretora do CRN-6, Roberta Lins, reforçou o compromisso institucional com a atuação articulada junto aos órgãos de controle: “O CRN-6 atua de forma técnica e responsável na defesa das condições adequadas para o exercício profissional e para a oferta de serviços de Nutrição com qualidade. A construção de instrumentos como o TAC é essencial para promover ajustes necessários e assegurar o cumprimento das normativas vigentes.” A participação do CRN-6 na reunião reafirma o papel do Conselho na fiscalização do exercício profissional e na defesa da qualidade dos serviços de Nutrição, atuando de forma integrada com o Ministério Público e demais instituições para garantir o direito à assistência adequada à população. SECOM-CRN-6
17 de março de 2026
A nova gestão do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6), referente ao triênio 2026–2029, realizou um encontro institucional com todos os colaboradores do Regional, marcando um importante momento de integração, alinhamento e fortalecimento das relações internas. A reunião teve como principal objetivo promover a aproximação entre conselheiros e equipe técnica-administrativa, possibilitando a apresentação oficial da nova gestão e a escuta qualificada dos colaboradores. Durante o encontro, cada profissional teve a oportunidade de compartilhar sua trajetória, atribuições e experiências no Conselho, contribuindo para um ambiente de diálogo e reconhecimento mútuo. O momento foi conduzido em um clima de acolhimento, renovação e construção coletiva, evidenciando o compromisso da gestão em valorizar o trabalho desenvolvido pelos colaboradores e fortalecer a atuação institucional do CRN-6 nos quatro estados de sua jurisdição. Para o presidente do CRN-6, Rafael Azeredo, o encontro simboliza o início de um ciclo pautado pela cooperação e pelo compromisso com a categoria:  “Estamos iniciando uma nova gestão com o compromisso de construir um CRN-6 cada vez mais forte, atuante e próximo dos profissionais. Esse processo passa, necessariamente, pelo trabalho conjunto com os nossos colaboradores, que são parte fundamental dessa engrenagem. Seguiremos com dedicação, diálogo e muito trabalho para avançar nas pautas da Nutrição.” A iniciativa reforça o entendimento de que a atuação institucional do Conselho é construída de forma coletiva, a partir do engajamento entre gestão e equipe, com foco na valorização profissional, na ética e no fortalecimento da Nutrição na região. SECOM-CRN-6
10 de março de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento dos suplementos alimentares em cápsulas da marca Fit Slim+/Fits Anna e da marca Fit Gold Premium/Fits Anna, da empresa Hervariano Verbena Nutrition LTDA. Com isso, ficam suspensos o consumo, a comercialização, a distribuição, a fabricação e a divulgação desses produtos. A ação foi motivada, porque a empresa fabricava e vendia os suplementos alimentares sem a realização de estudos de estabilidade, necessários para garantir que um produto mantenha sua composição, segurança e qualidade até o final do prazo de validade. Confira Resolução (RE) 906/2026 no Diário Oficial da União (DOU) publicada na segunda-feira (9/3). Produtos alimentícios A Anvisa também determinou a apreensão de todos os produtos alimentícios feitos pelas empresas RVS Comercial LTDA e Dairu Comércio e Utilidades LTDA. A medida ainda proíbe a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a propaganda e o uso dos produtos. De acordo com a Vigilância Sanitária de Campos de Goytacazes (RJ), a empresa RVS Comercial informou um endereço para a inspeção de suas instalações. Porém, a empresa não foi encontrada. Além disso, a RVS Comercial não possui nem cadastro nem licença sanitária ativa. O mesmo aconteceu com a Dairu Comércio e Utilidades. No endereço indicado pela empresa, foi encontrado apenas um imóvel fechado e em obras, sem qualquer identificação, movimentação ou estrutura que caracterize o funcionamento de estabelecimento comercial ou industrial. Leia a Resolução (RE) 905/2026 , publicada no DOU.
10 de março de 2026
A nova gestão do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) foi oficialmente empossada na tarde desta segunda-feira (09), em solenidade realizada no Auditório do Banco Central do Brasil, no Recife. O momento marcou o início de um novo ciclo institucional para o Regional e reuniu representantes do Sistema CFN/CRN, entidades da categoria, professores, estudantes, coordenadores de curso, nutricionistas e autoridades regionais. A cerimônia de posse contou com a presença da diretora do Conselho Federal de Nutrição (CFN), Risoneide Calazans, que representou a autarquia federal e realizou o devido empossamento do novo plenário. Também participou da solenidade o conselheiro federal Caio Victor, natural da 6ª Região, reforçando a presença do CFN nesse momento de transição e fortalecimento institucional. A mesa diretiva da solenidade foi composta por Rafael Azeredo, presidente da gestão anterior e reconduzido ao cargo; Ruth Guilherme, diretora da Associação Brasileira de Nutrição; Risoneide Calazans, diretora do CFN; Luci Medeiros, conselheira eleita que falou em nome dos novos conselheiros e foi devidamente empossada na ocasião; Walmery Feitosa, presidente do Sindicato dos Nutricionistas de Pernambuco; Eudilaine Andresa, representante da Executiva Nacional dos Estudantes de Nutrição (ENEN); e o promotor de Justiça Westei Conde, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). A solenidade também contou com a presença de representantes das entidades da categoria e de importantes nomes da história do Conselho. Estiveram presentes as ex-presidentes Nancy Aguiar e Sônia Lucena, além de Samuel Paulino, que encerrou seu mandato de conselheiro. Participaram ainda os ex-conselheiros Helena Didier e Angelo Almeida. Representando as entidades estaduais, estiveram presentes Elizabeth Nascimento, da Associação Pernambucana de Nutrição, e o professor Haroldo Ferreira, representando a Associação Alagoana de Nutrição. Também foi registrada a presença dos Sindicatos dos Nutricionistas de Pernambuco e da Paraíba, reafirmando a importância do diálogo entre o Conselho e as entidades representativas da profissão. Em seu discurso de posse, o presidente reeleito Rafael Azeredo destacou que a nova gestão nasce comprometida com a ética, a transparência, a ciência e o fortalecimento da Nutrição nos quatro estados que compõem a 6ª Região. Ao defender a centralidade das políticas públicas e do compromisso social da profissão, Rafael afirmou que “a segurança alimentar e nutricional não é tema lateral. Ela é fundamento. Ela é base. Ela é pilar da Nutrição”. O presidente também reforçou o propósito de construir um Conselho mais participativo, próximo da categoria e conectado aos desafios reais da população, dentro da proposta de construção de “Um Novo CRN-6”. Ao longo da fala, Rafael Azeredo apontou que o novo tempo do CRN-6 deverá ser marcado pela convergência, pelo diálogo e pela construção de pontes entre estados, áreas de atuação, gerações e espaços de exercício profissional. O presidente defendeu um Conselho de portas abertas, capaz de reunir assistência, gestão, docência, pesquisa, alimentação coletiva, clínica, esporte, saúde pública, SUS, SUAS e movimentos sociais em torno do fortalecimento da Nutrição e da defesa da vida. Em nome do Conselho Federal de Nutrição, Risoneide Calazans conduziu o ato de posse e destacou, em sua fala, a expectativa de uma gestão marcada pela escuta, pela proximidade com nutricionistas e técnicos em Nutrição e Dietética (TNDs) e pelo fortalecimento do Sistema CFN/CRN. Em tom de confiança e otimismo, ressaltou a importância de um Regional presente nos territórios, comprometido com a valorização profissional e atento às demandas concretas da categoria. O tesoureiro eleito Vitinho Gouveia também fez um discurso de posse pautado pelo compromisso público, pela responsabilidade institucional e pela defesa do direito humano à alimentação adequada. Ao assumir a tesouraria, destacou que “cuidar dos recursos deste Regional é cuidar do patrimônio coletivo da categoria”, reafirmando o compromisso com uma gestão séria, transparente e fiel à confiança depositada pela categoria. Em sua fala, Vitinho ainda sublinhou que fortalecer a Nutrição é fortalecer o SUS, o SUAS, a segurança alimentar e nutricional e as políticas públicas voltadas à dignidade da população. Durante a solenidade, também foi apresentada a nova campanha institucional do Conselho, intitulada “Um Novo CRN-6”, que passa a orientar simbolicamente o início da gestão 2026-2029. A proposta traduz o desejo de consolidar um Conselho mais aberto, participativo, transparente, ético e próximo da categoria, em sintonia com os desafios contemporâneos do exercício profissional e com o compromisso histórico da Nutrição com a sociedade. A diretoria eleita para a gestão 2026-2029 é composta por Rafael Azeredo (Presidente), Vilani Leite (Vice-Presidente), Roberta Lins (Secretária) e Vitinho Gouveia (Tesoureiro). Conselheiros(as) Efetivos(as) Allan Victor da Silveira Gouveia – CRN-6 42286 Anna Carla Cavalcante Luna dos Santos – CRN-6 8105 Luiz Miguel Gomes Barbosa – CRN-6 19940 Maria Vilani Oliveira Dantas Leite – CRN-6 2547 Rafael Rocha de Azeredo – CRN-6 5252 Roberta Lins da Silva – CRN-6 5792 Vanessa Ferreira Lima da Silva – CRN-6 30786 Viviane Cristina de Miranda – CRN-6 18642 Weskley César da Silva Ribeiro – CRN-6 8644 Conselheiros(as) Suplentes eleitos(as) Adriana Toledo de Paffer – CRN-6 4871 Ana Paula de Oliveira Santos – CRN-6 25366 Fernanda Menezes Piccolo – CRN-6 16221 Larissa Alda Silva Nascimento – CRN-6 42271 Louriene de Oliveira Antunes – CRN-6 22098 Luciana Larissa Santos da Silva – CRN-6 20976 Lucicreres Araújo Medeiros – CRN-6 13050 Maria Edilene Barbosa Vieira – CRN-6 32601 Paula Darling Conceição da Silva – CRN-6 16342 Secom-CRN-6
7 de março de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta de farmacovigilância para quem utiliza medicamentos ou suplementos alimentares que contêm cúrcuma (também conhecida como açafrão). Investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e danos ao fígado associados ao uso desses produtos em cápsulas ou extratos concentrados. O alerta da Anvisa se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminóides. O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal. Outras agências reguladoras, como as da Itália, Austrália, Canadá e França, já fizeram alertas sobre tema, após autoridades de saúde registraram casos de intoxicação do fígado ligados ao uso de suplementos de cúrcuma, o que levou à proibição de alguns produtos e à exigência de avisos de segurança nos rótulos. Na França, a Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho (ANSES) identificou dezenas de relatos de efeitos adversos associados ao consumo de suplementos contendo cúrcuma ou curcumina, incluindo casos de hepatite, no âmbito do sistema de nutrivigilância. O alerta feito pela Anvisa apresenta orientações para profissionais de saúde, fabricantes de medicamentos e suplementos alimentares e consumidores. TEMPERO É SEGURO É muito importante esclarecer que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma, conhecida também como açafrão, para preparo da comida no dia a dia . O pó usado na culinária é seguro e não integra o alerta, uma vez que não há evidências de risco associado ao consumo da cúrcuma como alimento e aditivo alimentar. A diferença é que em medicamentos e suplementos o produto possui concentrações mais altas e uma capacidade de ser mais absorvido pelo organismo. SINAIS DE ALERTA Veja quais são os indícios que podem indicar a necessidade de avaliação médica: Pele ou olhos amarelados (icterícia); Urina muito escura; Cansaço excessivo e sem explicação; Náuseas e dores na região do abdômen. Caso sinta algum desses sintomas, a orientação é interromper o uso dos produtos imediatamente e procurar ajuda de profissionais de saúde. Suspeitas de eventos adversos devem ser notificadas ao VigiMed (medicamentos) ou e-Notivisa (suplementos). Medidas preventivas - Como medida preventiva, a Anvisa determinou a atualização, com avisos de segurança, das bulas dos medicamentos Motore® e Cumiah®. No caso dos suplementos, será iniciado processo para a reavaliação do uso dessas substâncias e também será exigida a inclusão de advertências obrigatórias sobre a possibilidade de efeitos adversos nos rótulos dos produtos.
5 de março de 2026
A segunda edição do Atlas Mundial da Obesidade – Obesidade Infantil, divulgado pela World Obesity Federation, na última quarta-feira (4/3), apresenta novos dados sobre a evolução do sobrepeso e da obesidade entre crianças e adolescentes no mundo. O documento apresenta um cenário preocupante: entre 2025 e 2027, o número de crianças e adolescentes com obesidade deverá superar o de indivíduos com baixo peso na faixa etária de 5 a 19 anos. Segundo o relatório, em 2025 são estimadas cerca de 177 milhões de crianças e adolescentes vivendo com obesidade, o equivalente a 8,7% da população nessa faixa etária. A projeção indica que esse número poderá chegar a 228 milhões até 2040. Quando considerado o conjunto de IMC elevado (sobrepeso e obesidade), o total estimado é ainda maior: 419 milhões em 2025, podendo alcançar 507 milhões até 2040, o que representa mais de uma em cada quatro crianças no planeta. Desde 2010, mais de 180 países registraram aumento na prevalência de sobrepeso e obesidade entre crianças e adolescentes. Apenas 15 países apresentaram redução no período. Globalmente, a prevalência de IMC elevado entre 5 e 19 anos passou de 14,6% em 2010 para 20,7% em 2025, evidenciando uma tendência de crescimento consistente. Impactos precoces na saúde O Atlas também aponta para os efeitos do excesso de peso ainda na infância. A estimativa é que 120 milhões de crianças e adolescentes apresentem sinais precoces de doenças crônicas associadas ao IMC elevado até 2040. Em 2025, o cenário global indica: 98 milhões com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD); 47 milhões com triglicerídeos elevados, aumentando o risco cardiovascular; 34 milhões com hipertensão, associada ao risco de acidente vascular cerebral; 14 milhões com hiperglicemia, condição que pode evoluir para diabetes. O relatório destaca que esses sinais frequentemente permanecem sem diagnóstico por anos, ampliando o risco de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) na vida adulta e aumentando a pressão sobre os sistemas de saúde. Cenário no Brasil Entre os países com maior número absoluto de crianças e adolescentes com obesidade, o Brasil aparece em posição de destaque. Para 2025, o Atlas estima: 17 milhões de crianças e adolescentes (5 a 19 anos) com IMC elevado; 7 milhões vivendo com obesidade. Os dados também apontam para sinais precoces de doenças associadas ao excesso de peso: 4 milhões com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD); 1,999 milhão com hipertensão; 1,875 milhão com triglicerídeos elevados; 572 mil com hiperglicemia. Entre os fatores de risco identificados no país estão aleitamento materno inadequado (51,7%), baixo nível de atividade física entre adolescentes (84% não atingem as recomendações), consumo frequente de bebidas açucaradas por crianças e exposição pré-natal ao IMC elevado materno (32,3%). O Atlas também evidencia lacunas na implementação de políticas públicas. Apenas 73 países possuem medidas específicas para reduzir a exposição de crianças ao marketing de alimentos, e muitos ainda não monitoram de forma sistemática as ações adotadas.
4 de março de 2026
O grau de toxicidade dos pesticidas aumentou em todo o mundo de 2013 e 2019, com o Brasil entre os países líderes . A conclusão está em um estudo publicado em fevereiro na revista Science e contraria a meta de redução de riscos dos pesticidas até 2030, estabelecida na 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP15). Pesquisadores alemães da universidade de Kaiserslautern-Landau avaliaram 625 pesticidas em 201 países. Eles utilizaram o indicador de Toxicidade Total Aplicada (TAT), que considera o volume usado e o grau de toxicidade de cada substância. Seis de oito grupos de espécies estão mais vulneráveis aos níveis crescentes de toxicidade. São eles: artrópodes terrestres (como insetos, aracnídeos e lacraias), cuja toxicidade aumentou 6,4% ao ano; organismos do solo (4,6%), peixes (4,4%); invertebrados aquáticos (2,9%), polinizadores (2,3%) e plantas terrestres (1,9%). O TAT global diminuiu apenas para plantas aquáticas (−1,7%) e vertebrados terrestres (−0,5% ao ano). Humanos fazem parte desse último grupo. “O aumento das tendências globais de TAT representa um desafio para o alcance da meta de redução de risco de pesticidas da ONU e demonstra a presença de ameaças à biodiversidade em nível global”, diz um dos trechos do estudo. Brasil em destaque O Brasil aparece como um dos principais protagonistas desse cenário. O estudo identifica o país como detentor de uma das maiores intensidades de toxicidade por área agrícola em todo o planeta, ao lado de China, Argentina, Estados Unidos e Ucrânia. Além disso, Brasil, China, Estados Unidos e Índia respondem juntos por 53% a 68% da toxicidade total aplicada no mundo. A relevância brasileira está diretamente ligada ao peso do agronegócio, especialmente de culturas extensivas. Embora cereais tradicionais e frutas ocupem grandes áreas, a toxicidade associada a culturas como soja, algodão e milho exerce impacto significativamente maior em relação à extensão cultivada. Tipos de pesticidas Um dos achados mais relevantes do estudo indica que o problema é altamente concentrado: em média, apenas 20 pesticidas por país respondem por mais de 90% da toxicidade total aplicada. O levantamento aponta que diferentes classes químicas dominam os impactos. Classes de inseticidas, como piretroides e organofosforados, contribuíram com mais de 80% do TAT de invertebrados aquáticos, peixes e artrópodes terrestres. Neonicotinoides, organofosforados e lactonas representaram mais de 80% do TAT de polinizadores. Organofosforados, juntamente com outras classes de inseticidas, foram os que mais contribuíram para os TATs de vertebrados terrestres. Herbicidas acetamida e bipiridil contribuíram com mais de 80% para o TAT das plantas aquáticas, enquanto uma mistura mais ampla de herbicidas (incluindo acetamida, sulfonilureia e outros) definiu o TAT das plantas terrestres. Herbicidas de alto volume, como acetoclor, paraquat e glifosato, pertencem a essas classes e têm sido associados a riscos ambientais e à saúde humana. Fungicidas conazol e benzimidazol, juntamente com os inseticidas neonicotinoides, ​​aplicados no revestimento de sementes, contribuíram principalmente para o TAT dos organismos do solo. Meta global distante O estudo também avaliou a trajetória de 65 países. O diagnóstico é de que, sem mudanças estruturais, apenas um país (Chile) atingirá a meta da ONU de redução de 50% da toxicidade dos pesticidas até 2030. Segundo os pesquisadores, China, Japão e Venezuela estão no caminho para atingir a meta e apresentam tendências de queda em todos os indicadores. Mas precisam de uma aceleração nas mudanças de uso de agrotóxicos. Tailândia, Dinamarca, Equador e Guatemala estão se afastando da meta, com pelo menos um indicador dobrando nos últimos 15 anos. Eles precisam reverter as tendências de rápido aumento para voltar a trajetória anterior. Todos os outros países do estudo, o que inclui o Brasil, precisam retornar os riscos de pesticidas aos níveis de mais de 15 anos atrás. O que significa reverter padrões de uso das substâncias consolidadas há décadas, em termos de volume e toxicidade das misturas. Os pesquisadores indicam três frentes principais para conter a escalada dos riscos: substituição de pesticidas altamente tóxicos, expansão da agricultura orgânica e adoção de alternativas não químicas. Tecnologias de controle biológico, diversificação agrícola e manejo mais preciso são apontadas como estratégias capazes de reduzir impactos sem comprometer produtividade.
2 de fevereiro de 2026
Nutricionistas aptos ao voto que não participaram da eleição do CRN-6 (gestão 2026–2029) devem apresentar justificativa de ausência em até 30 dias subsequentes à data do pleito, conforme regras do Sistema CFN/CRN. A votação do triênio 2026–2029 ocorreu no formato on-line, das 8h do dia 27/01/2026 às 18h do dia 28/01/2026. Quem precisa justificar Somente nutricionistas com inscrição definitiva ou provisória, aptos ao voto e que não votaram. Técnicos em Nutrição e Dietética (TND) não votam no processo eleitoral e, portanto, não precisam justificar. Como enviar a justificativa A justificativa deve ser enviada exclusivamente pelo sistema eleitoral, por escrito, com fundamentação e comprovação do motivo que impediu o voto. O envio é realizado no portal: crn6.eleicaonet.com.br Prazo O prazo é de 30 dias após a data do pleito. Para o pleito encerrado em 28/01/2026, isso corresponde a até 27/02/2026 (contagem de 30 dias a partir do encerramento). O que acontece depois As justificativas apresentadas serão apreciadas pelo Pleno do CRN-6. E se eu não votar nem justificar? O voto é obrigatório para nutricionistas e a ausência sem justificativa pode gerar multa correspondente a 20% da anuidade vigente, conforme previsto nas regras eleitorais do Sistema CFN/CRN.
29 de janeiro de 2026
Em votação 100% on-line, realizada das 8h do dia 27 de janeiro de 2026 às 18h do dia 28 de janeiro de 2026, a Chapa 2 foi eleita para conduzir o Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) no triênio 2026–2029, com 4.730 votos. O CRN-6, autarquia federal integrante do Sistema CFN/CRN, tem como finalidade orientar, fiscalizar e disciplinar o exercício profissional, reafirmando o compromisso com a ética, a qualificação da assistência e a defesa da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN). A gestão 2026–2029 assume o compromisso de fortalecer a atuação do Conselho em diálogo com as políticas públicas, com a sociedade e, sobretudo, com cada Nutricionista e cada Técnico em Nutrição e Dietética (TND), valorizando o trabalho profissional e ampliando a presença institucional nos territórios de sua jurisdição. Conselheiros(as) Efetivos(as) Allan Victor da Silveira Gouveia – CRN-6 42286 Anna Carla Cavalcante Luna dos Santos – CRN-6 8105 Luiz Miguel Gomes Barbosa – CRN-6 19940 Maria Vilani Oliveira Dantas Leite – CRN-6 2547 Rafael Rocha de Azeredo – CRN-6 5252 Roberta Lins da Silva – CRN-6 5792 Vanessa Ferreira Lima da Silva – CRN-6 30786 Viviane Cristina de Miranda – CRN-6 18642 Weskley César da Silva Ribeiro – CRN-6 8644 Conselheiros(as) Suplentes eleitos(as) Adriana Toledo de Paffer – CRN-6 4871 Ana Paula de Oliveira Santos – CRN-6 25366 Fernanda Menezes Piccolo – CRN-6 16221 Larissa Alda Silva Nascimento – CRN-6 42271 Louriene de Oliveira Antunes – CRN-6 22098 Luciana Larissa Santos da Silva – CRN-6 20976 Lucicreres Araújo Medeiros – CRN-6 13050 Maria Edilene Barbosa Vieira – CRN-6 32601 Paula Darling Conceição da Silva – CRN-6 16342
16 de dezembro de 2025
Nota de Apoio do CRN-6 aos Projetos de Lei sobre Alimentação Adequada e Saudável no Ambiente Escolar