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Por Nairton Severiano 7 de abril de 2026
A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ). Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã. Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante e macarrão instantâneo. O que são ultraprocessados? Os ultraprocessados são produtos alimentícios de origem industrial, resultantes da mistura de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes. Isso permite a fabricação de produtos de baixo custo, longa durabilidade e com sabores intensos, que viciam o paladar. Evidências científicas mostram que o seu consumo aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes, problemas cardíacos, depressão e câncer. Sobrecarga materna Nas famílias ouvidas pela pesquisa, 87% das mães exerceram a tarefa de comprar e servir o alimento às crianças, e 82% delas também foram responsáveis pela preparação. Já entre os pais, apenas 40% comprou alimentos, enquanto 27% cozinharam e 31% ofereceram a comida às crianças da casa. A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, ressalta a sobrecarga das mulheres nos cuidados com a alimentação. "Muitas mães fazem isso sozinhas, além de trabalhar fora. É uma sobrecarga que acaba fazendo com que a praticidade dos alimentos ultraprocessados pese muito mais". Desconhecimento Outro ponto destacado pela pesquisa é o desconhecimento sobre os produtos ultraprocessados. Muitos alimentos que se enquadram nessa categoria foram apontados como saudáveis pela maioria dos entrevistados, como os iogurtes com sabor e os nuggets de frango fritos na airfryer. A nova rotulagem frontal dos produtos, que traz avisos quando eles têm grande concentração de sódio, açúcar e gorduras saturadas também não cumpre seu papel de forma integral: 26% dos entrevistados disseram não saber o que esses avisos significam. Além disso, 55% dos entrevistados nunca observam os avisos de alto teor no rótulo dos alimentos, e 62% admitem que nunca deixaram de comprar algum produto por causa deles. Preço baixo A percepção de preço também pode influenciar no consumo. A maioria das famílias (67%) considera que os sucos de caixinha, salgadinhos e refrigerantes são baratos. Já legumes e verduras são considerados caros por 68% delas, proporção que sobe para 76% no caso das frutas e 94% no das carnes. Os pesquisadores também fizeram entrevistas aprofundadas com algumas famílias e identificaram ainda um componente afetivo. "Essas pessoas não tinham dinheiro para comprar os alimentos que elas queriam quando eram crianças, então agora elas se sentem felizes por poder comprar o que a criança quer comer. E aí esses alimentos ultraprocessados, ainda mais aqueles com desenhos e personagens, são associados a uma infância feliz", explica Stephanie Amaral. A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef destaca ainda que é mais difícil controlar o consumo no caso dos ultraprocessados, porque os danos que eles causam à saúde são cumulativos e não imediatos. Mesmo assim, ela acredita que as escolas podem contribuir de forma essencial: "As famílias mostram uma confiança muito grande na alimentação escolar, o que mostra como as escolas são importantes em oferecer o alimento saudável, mas também em promover essa alimentação para as famílias". Fonte: Agência Brasil
7 de abril de 2026
Nova diretriz da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) recomenda que o tratamento farmacológico não usado isoladamente, mas sempre associado a mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física. A orientação faz parte de documento que reúne 32 recomendações para o cuidado com a obesidade. O documento define como principais critérios para indicação da remédios o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m² ou IMC maior ou igual a 27 kg/m² em pessoas com complicações relacionadas à adiposidade. O IMC pode ser calculado no site da associação . Em situações específicas, o texto ainda admite considerar tratamento mesmo independentemente do IMC, quando há aumento da circunferência da cintura ou da relação cintura-altura associado a complicações. “O médico passou a lidar com um cenário terapêutico mais amplo e com decisões que exigem avaliação cada vez mais individualizada. Esta diretriz transforma esse avanço científico em orientação prática, oferecendo mais subsídio para a conduta clínica e mais segurança para o cuidado dos pacientes”, ressaltou o presidente da Abeso, Fábio Trujilho. A nova diretriz foi elaborada por um grupo multidisciplinar formado por endocrinologistas, clínicos gerais e nutricionistas e traz as orientações organizadas por classes de recomendação e níveis de evidência. “O documento traz direcionamentos para cenários como risco cardiovascular, pré-diabetes, doença hepática gordurosa, osteoartrite, câncer, deficiência de testosterona masculina, apneia do sono, perda de massa magra e muscular, o que aproxima a recomendação científica das perguntas reais do consultório”, destacou um dos coordenadores da nova diretriz, Fernando Gerchman. As novas diretrizes reforçam ainda os alertas sobre quando um medicamento não é indicado e chama a atenção para o uso de substâncias sem evidências robustas de eficácia e segurança demonstradas em ensaios clínicos, fórmulas magistrais e produtos manipulados para o tratamento da obesidade, incluindo formulações com diuréticos, hormônios tireoidianos, esteroides anabolizantes, implantes hormonais ou gonadotrofina coriônica humana (hCG). Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação
Por Nairton Severiano 7 de abril de 2026
Uma importante vitória para as crianças no Brasil, o governo federal anunciou em fevereiro um aumento de 21,8% no orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Com a medida, a partir da primeira transferência de 2026, o programa passará a operar com um novo orçamento federal de R$ 6,7 bilhões (aproximadamente US$ 1,29 bilhão) — um aumento de R$ 1,2 bilhão (cerca de US$ 230 milhões) em relação a 2025. Esse aumento restaura recursos essenciais para um dos maiores e mais inovadores programas de alimentação escolar do mundo. Nos últimos três anos, enquanto o financiamento do PNAE permaneceu estagnado, a alta dos preços dos alimentos corroeu progressivamente o poder de compra dos recursos destinados à alimentação escolar, ameaçando a qualidade das refeições servidas diariamente a aproximadamente 40 milhões de estudantes do país. O reajuste ajuda a restaurar o poder de compra do programa, levando em conta a inflação dos alimentos acumulada durante esse período. Esse resultado foi fruto de um esforço coordenado de defesa do orçamento, liderado por parceiros do Global Health Advocacy Incubator (GHAI) — o Observatório da Alimentação Escolar (ÓAÊ) e a FIAN Brasil . Por meio da coleta rigorosa de evidências, da comunicação coordenada e do diálogo com os tomadores de decisão, a questão permaneceu visível e passível de ação em momentos políticos cruciais. Relatórios técnicos, análises de políticas, declarações públicas e engajamento estratégico com formuladores de políticas foram utilizados para demonstrar consistentemente como a inflação vinha comprometendo a capacidade do programa de fornecer refeições saudáveis ​​e adequadas. Notavelmente, os valores per capita aprovados pelo governo federal seguem a metodologia proposta em uma nota técnica da ÓAÊ, que utilizou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) grupo alimentos e bebidas, identificando uma maior inflação de alimentos em comparação com a inflação geral nos últimos três anos. Ao documentar a discrepância entre as transferências federais e o custo real dos alimentos e ao propor um mecanismo de correção claro, os parceiros construíram uma argumentação convincente e orientada para a ação em prol da reforma. O Programa Nacional de Alimentação Escolar é uma política universal, estabelecida por lei, que garante refeições escolares a todos os alunos da rede pública de ensino do Brasil. É um dos programas de alimentação escolar mais robustos do mundo e amplamente reconhecido como modelo global por sua abordagem baseada em direitos, implementação descentralizada e forte apoio à agricultura familiar. No entanto, como muitos programas públicos de alimentação em todo o mundo, o PNAE é vulnerável à inflação. Sem ajustes periódicos, a inflação reduz o poder de compra das transferências federais, obrigando os governos locais a esticar ao máximo seus recursos limitados ou a comprometer a qualidade. A situação é particularmente crítica nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, onde mais de 30% dos municípios já enfrentam dificuldades para complementar as transferências federais com recursos próprios. Este aumento orçamentário ocorre em meio a diversas mudanças recentes nas políticas públicas para aprimorar o programa. Atualizações recentes do PNAE elevaram o percentual mínimo de recursos destinados à compra de alimentos de agricultores familiares para 45% e reduziram ainda mais a aquisição de alimentos processados ​​e ultraprocessados ​​para 10%. Reforçando essa mudança em direção a ambientes alimentares escolares mais saudáveis, diversas jurisdições — incluindo as cidades de Niterói e Rio de Janeiro e o estado do Ceará — aprovaram leis que proíbem a venda e a publicidade de produtos ultraprocessados ​​dentro e nos arredores das escolas, também com o apoio dos parceiros da GHAI. A sociedade civil sempre desempenhou um papel fundamental na criação, expansão e aprimoramento contínuo do PNAE. Fundado em 2021, o ÓAÊ é a principal rede da sociedade civil dedicada ao direito à alimentação escolar no Brasil. Por meio de pesquisa, monitoramento, conscientização pública e mobilização, oÓAÊ contribui para que a implementação do programa permaneça alinhada a suas diretrizes. A campanha “ Reajusta PNAE Sempre ” tem sido essencial para chamar a atenção para as perdas inflacionárias e defender um financiamento previsível e protegido. A GHAI apoiou seus parceiros ao longo de todo esse esforço, oferecendo consultoria em comunicação estratégica, fortalecendo a capacidade de comunicação digital e ajudando a navegar por momentos-chave no processo de formulação de políticas — garantindo que as evidências técnicas se traduzissem em impacto de defesa oportuno e estratégico. Embora esse ajuste baseado na inflação represente um progresso significativo, os defensores enfatizam que ainda é necessária uma solução estrutural. Atualmente, o PNAE não possui um mecanismo de ajuste anual automático, o que o deixa vulnerável a flutuações políticas e futuras perdas inflacionárias. Estabelecer um ajuste anual permanente e legalmente obrigatório proporcionaria maior previsibilidade para estados e municípios e protegeria melhor a integridade do programa ao longo do tempo. Por ora, este anúncio representa uma importante vitória, restaurando recursos vitais para um programa que atende e beneficia 40 milhões de estudantes. Fonte: FIAN Brasil
3 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) manifesta seu mais veemente repúdio ao edital de concurso público divulgado pela Prefeitura Municipal de Tibau (RN), que prevê remuneração de R$ 1.621,00 para jornada de 30 horas semanais para o cargo de Nutricionista. A proposta apresentada desrespeita frontalmente a dignidade da profissão, desvaloriza o trabalho técnico-científico do Nutricionista e ignora a complexidade das atribuições exigidas, especialmente no âmbito das políticas públicas de Alimentação e Nutrição, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), SUS e SUAS. É inaceitável que um profissional de nível superior, responsável por garantir a Segurança Alimentar, a qualidade da alimentação ofertada à população e a execução de políticas estruturantes, seja submetido a condições remuneratórias tão incompatíveis com a relevância de sua atuação. Em especial, em um estado que apresenta o segundo maior índice de sobrepeso e obesidade do país, em contraste com a permanência de inúmeras famílias ainda submetidas à insegurança alimentar moderada ou grave, é inadmissível que a profissão que atua diretamente com a Ciência da Nutrição seja tratada com tamanho desvalor. Além de representar um grave retrocesso na valorização profissional, a medida compromete diretamente a qualidade dos serviços prestados à população, sobretudo em áreas sensíveis como a alimentação escolar, que exige Responsabilidade Técnica, ética e qualificação adequada. Diante desse cenário, o CRN-6 informa que adotará todas as medidas cabíveis, incluindo o acionamento do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, em articulação com o Sindicato dos Nutricionistas do Estado do Rio Grande do Norte (SINUR), a fim de apurar possíveis irregularidades e assegurar o respeito às condições dignas de trabalho e à valorização da categoria.  O CRN-6 reafirma seu compromisso com a defesa da Nutrição, da sociedade e de condições justas de exercício profissional.
2 de abril de 2026
A nomeação de sete novos Técnicos em Nutrição e Dietética (TNDs) para o Hospital da Mulher, em Mossoró (RN), marca um avanço importante para a qualificação da assistência em saúde no estado. A medida ocorre após intensa mobilização dos profissionais aprovados em concurso público, com apoio institucional do Sindicato dos Nutricionistas do Rio Grande do Norte e do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6). Em todas as articulações, o colaborador do CRN-6, Douglas Lucena, e o conselheiro Weskley Ribeiro, estiveram representando o Regional, junto da categoria. O Além das articulações políticas e institucionais, o CRN-6 atuou diretamente no campo jurídico ao protocolar uma notícia de fato junto ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte. Embora as vagas já estivessem previstas no edital, o Conselho destacou, na manifestação, a necessidade de ampliação do número de profissionais para a Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), considerando as demandas assistenciais e a importância estratégica da área de Alimentação e Nutrição nos serviços de saúde. A pauta também foi levada a diferentes espaços de diálogo e controle social. Representantes do CRN-6 participaram de reuniões com o secretário estadual de saúde, além de apresentarem a demanda no Conselho Estadual de Saúde e em encontro com o Ministério Público do Trabalho, reforçando a urgência da convocação e a valorização dos profissionais da área. Para a vice-presidente do CRN-6, Maria Vilani Leite, a nomeação representa uma conquista construída coletivamente. “Esse é um resultado que demonstra a força da mobilização da categoria aliada à atuação institucional. A presença de profissionais de Nutrição nos serviços de saúde é essencial para garantir cuidado qualificado, segurança alimentar e assistência adequada à população”, destacou. Já a conselheira Maria Edilene Vieira enfatizou o papel estratégico da ampliação das equipes. “Não se trata apenas de cumprir o edital, mas de reconhecer a importância desses profissionais no funcionamento dos serviços de saúde. A ampliação do número de TNDs é uma medida que impacta diretamente na qualidade da assistência e nas condições de trabalho das equipes”, afirmou. A atuação do CRN-6 neste processo reafirma o compromisso da autarquia com a valorização da categoria, a defesa das atribuições profissionais e a garantia de serviços de saúde mais resolutivos e humanizados. A nomeação dos novos TNDs representa, portanto, não apenas o cumprimento de uma etapa administrativa, mas o fortalecimento de uma agenda permanente em defesa da Nutrição no âmbito do SUS.
2 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) esteve presente nas discussões do Fórum das Mulheres na Saúde realizado, nesta quarta-feira (1º), no Hotel Jatiúca. O evento se consolidou como um espaço estratégico de articulação, diálogo e construção coletiva em torno das políticas públicas voltadas à saúde das mulheres. Representando a instituição, a conselheira Adriana Paffer participou do encontro e destacou a importância da atuação do Sistema CFN/CRNs em agendas que atravessam o cuidado, a equidade e os direitos sociais. Para ela, a presença do Conselho nesses espaços reafirma o compromisso da Nutrição com pautas estruturantes da saúde pública. O Fórum reuniu representantes de importantes instâncias do controle social e da gestão pública, incluindo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Comissão Intersetorial de Saúde das Mulheres, o Conselho Estadual de Saúde e o Ministério da Saúde. A diversidade de atores presentes reforça o caráter intersetorial do evento, evidenciando que a saúde das mulheres demanda ações integradas, que dialoguem com os determinantes sociais da saúde. Durante sua fala, Adriana Paffer ressaltou que a Nutrição ocupa um lugar central na promoção da saúde e na garantia de direitos. “É fundamental que o CRN-6 esteja inserido nesses espaços de debate e formulação de políticas públicas. Falar de saúde das mulheres também é falar de segurança alimentar e nutricional, de acesso à alimentação adequada e saudável e de condições dignas de vida”, afirmou. O evento também contou com a presença da presidenta do Consea Maceió, Nelma Nunes, fortalecendo o diálogo entre diferentes instâncias de participação social e ampliando as possibilidades de construção de políticas públicas mais efetivas e sensíveis às realidades locais. A participação do CRN-6 no Fórum reafirma o compromisso da autarquia com uma atuação técnica, ética e politicamente implicada com as demandas da sociedade. A promoção da saúde, a construção de cidades saudáveis e a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) precisam estar no centro das agendas públicas, sendo discutidas e fortalecidas em espaços coletivos como este.
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FISCALIZAÇÃO


O CRN-6 no uso de suas atribuições legais, em observância a missão institucional e a atual Política Nacional de Fiscalização – PNF do Sistema CFN/CRN, realiza a orientação e fiscalização do exercício profissional de nutricionistas e técnicos em nutrição e dietética. 

As ações fiscais têm sido intensificadas, baseadas nas diretrizes da PNF, havendo o planejamento e execução contínua de visitas, zelando pela excelência e valorização do exercício da profissão, em prol da assistência e da segurança alimentar e nutricional da população. 
O exercício ilegal da profissão de nutricionista é caracterizado pela execução de atividades privativas, descritas no Artigo 3º da Lei Federal nº 8234/1991, praticada por pessoa não habilitada.

Ressaltamos a importância do envolvimento dos profissionais com os Órgãos de Classe, unindo esforços, em benefício da profissão, dos profissionais e da Sociedade. 

FAÇA SUA DENÚNCIA

ÉTICA


O Código de Ética normatiza a conduta profissional dos nutricionistas e técnicos em Nutrição e Dietética (TND) permitindo o exercício legal desta categoria estabelecendo os seus direitos e deveres com base em princípios e valores para as ações técnicas, cientificas e comportamentais.




Portanto, conhecer o Código de Ética é uma obrigação dos nutricionistas e técnicos em Nutrição e Dietética (TND). Dessa forma, a sociedade civil e os profissionais do Sistema CFN/CRN devem denunciar ao Conselho da sua jurisdição as condutas que sejam contrárias ao que determina o Código de Ética.


FAÇA A SUA PARTE, DENUNCIE!

CONSELHO REGIONAL DE NUTRIÇÃO - 6ª REGIÃO

O Conselho Regional de Nutrição 6ª Região (CRN-6) foi criado pela Lei Federal n° 6.583/1978 com a finalidade de orientar, fiscalizar e disciplinar o exercício profissional. O Órgão de Classe tem como missão contribuir para melhoria da saúde da população, por meio da assistência alimentar e nutricional exercida por profissionais capacitados e habilitados, obedecendo os preceitos éticos que regem a profissão.


A cada triênio, o Conselho tem eleições para gestão/plenário, que é formado por nove conselheiros efetivos e nove conselheiros suplentes. Os nutricionistas eleitos assumem os cargos na diretoria que é composta pelo presidente, vice-presidente, secretário (a) e tesoureiro (a), e/ou participam das comissões de Fiscalização, Tomada de Contas, Ética, Formação Profissional, Comunicação, Licitação e Patrimônio.

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