Agrotóxicos estão mais nocivos em todo o mundo, aponta estudo

4 de março de 2026

O grau de toxicidade dos pesticidas aumentou em todo o mundo de 2013 e 2019, com o Brasil entre os países líderes. A conclusão está em um estudo publicado em fevereiro na revista Science e contraria a meta de redução de riscos dos pesticidas até 2030, estabelecida na 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade (COP15).


Pesquisadores alemães da universidade de Kaiserslautern-Landau avaliaram 625 pesticidas em 201 países. Eles utilizaram o indicador de Toxicidade Total Aplicada (TAT), que considera o volume usado e o grau de toxicidade de cada substância.

Seis de oito grupos de espécies estão mais vulneráveis aos níveis crescentes de toxicidade. São eles: artrópodes terrestres (como insetos, aracnídeos e lacraias), cuja toxicidade aumentou 6,4% ao ano; organismos do solo (4,6%), peixes (4,4%); invertebrados aquáticos (2,9%), polinizadores (2,3%) e plantas terrestres (1,9%).


O TAT global diminuiu apenas para plantas aquáticas (−1,7%) e vertebrados terrestres (−0,5% ao ano). Humanos fazem parte desse último grupo.


“O aumento das tendências globais de TAT representa um desafio para o alcance da meta de redução de risco de pesticidas da ONU e demonstra a presença de ameaças à biodiversidade em nível global”, diz um dos trechos do estudo.


Brasil em destaque

O Brasil aparece como um dos principais protagonistas desse cenário. O estudo identifica o país como detentor de uma das maiores intensidades de toxicidade por área agrícola em todo o planeta, ao lado de China, Argentina, Estados Unidos e Ucrânia.

Além disso, Brasil, China, Estados Unidos e Índia respondem juntos por 53% a 68% da toxicidade total aplicada no mundo.


A relevância brasileira está diretamente ligada ao peso do agronegócio, especialmente de culturas extensivas. Embora cereais tradicionais e frutas ocupem grandes áreas, a toxicidade associada a culturas como soja, algodão e milho exerce impacto significativamente maior em relação à extensão cultivada.


Tipos de pesticidas

Um dos achados mais relevantes do estudo indica que o problema é altamente concentrado: em média, apenas 20 pesticidas por país respondem por mais de 90% da toxicidade total aplicada.


O levantamento aponta que diferentes classes químicas dominam os impactos. Classes de inseticidas, como piretroides e organofosforados, contribuíram com mais de 80% do TAT de invertebrados aquáticos, peixes e artrópodes terrestres. Neonicotinoides, organofosforados e lactonas representaram mais de 80% do TAT de polinizadores.


Organofosforados, juntamente com outras classes de inseticidas, foram os que mais contribuíram para os TATs de vertebrados terrestres. Herbicidas acetamida e bipiridil contribuíram com mais de 80% para o TAT das plantas aquáticas, enquanto uma mistura mais ampla de herbicidas (incluindo acetamida, sulfonilureia e outros) definiu o TAT das plantas terrestres. Herbicidas de alto volume, como acetoclor, paraquat e glifosato, pertencem a essas classes e têm sido associados a riscos ambientais e à saúde humana.


Fungicidas conazol e benzimidazol, juntamente com os inseticidas neonicotinoides, ​​aplicados no revestimento de sementes, contribuíram principalmente para o TAT dos organismos do solo.


Meta global distante

O estudo também avaliou a trajetória de 65 países. O diagnóstico é de que, sem mudanças estruturais, apenas um país (Chile) atingirá a meta da ONU de redução de 50% da toxicidade dos pesticidas até 2030.


Segundo os pesquisadores, China, Japão e Venezuela estão no caminho para atingir a meta e apresentam tendências de queda em todos os indicadores. Mas precisam de uma aceleração nas mudanças de uso de agrotóxicos.

Tailândia, Dinamarca, Equador e Guatemala estão se afastando da meta, com pelo menos um indicador dobrando nos últimos 15 anos. Eles precisam reverter as tendências de rápido aumento para voltar a trajetória anterior.

Todos os outros países do estudo, o que inclui o Brasil, precisam retornar os riscos de pesticidas aos níveis de mais de 15 anos atrás. O que significa reverter padrões de uso das substâncias consolidadas há décadas, em termos de volume e toxicidade das misturas.


Os pesquisadores indicam três frentes principais para conter a escalada dos riscos: substituição de pesticidas altamente tóxicos, expansão da agricultura orgânica e adoção de alternativas não químicas. Tecnologias de controle biológico, diversificação agrícola e manejo mais preciso são apontadas como estratégias capazes de reduzir impactos sem comprometer produtividade.


10 de março de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento dos suplementos alimentares em cápsulas da marca Fit Slim+/Fits Anna e da marca Fit Gold Premium/Fits Anna, da empresa Hervariano Verbena Nutrition LTDA. Com isso, ficam suspensos o consumo, a comercialização, a distribuição, a fabricação e a divulgação desses produtos. A ação foi motivada, porque a empresa fabricava e vendia os suplementos alimentares sem a realização de estudos de estabilidade, necessários para garantir que um produto mantenha sua composição, segurança e qualidade até o final do prazo de validade. Confira Resolução (RE) 906/2026 no Diário Oficial da União (DOU) publicada na segunda-feira (9/3). Produtos alimentícios A Anvisa também determinou a apreensão de todos os produtos alimentícios feitos pelas empresas RVS Comercial LTDA e Dairu Comércio e Utilidades LTDA. A medida ainda proíbe a comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a propaganda e o uso dos produtos. De acordo com a Vigilância Sanitária de Campos de Goytacazes (RJ), a empresa RVS Comercial informou um endereço para a inspeção de suas instalações. Porém, a empresa não foi encontrada. Além disso, a RVS Comercial não possui nem cadastro nem licença sanitária ativa. O mesmo aconteceu com a Dairu Comércio e Utilidades. No endereço indicado pela empresa, foi encontrado apenas um imóvel fechado e em obras, sem qualquer identificação, movimentação ou estrutura que caracterize o funcionamento de estabelecimento comercial ou industrial. Leia a Resolução (RE) 905/2026 , publicada no DOU.
10 de março de 2026
A nova gestão do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) foi oficialmente empossada na tarde desta segunda-feira (09), em solenidade realizada no Auditório do Banco Central do Brasil, no Recife. O momento marcou o início de um novo ciclo institucional para o Regional e reuniu representantes do Sistema CFN/CRN, entidades da categoria, professores, estudantes, coordenadores de curso, nutricionistas e autoridades regionais. A cerimônia de posse contou com a presença da diretora do Conselho Federal de Nutrição (CFN), Risoneide Calazans, que representou a autarquia federal e realizou o devido empossamento do novo plenário. Também participou da solenidade o conselheiro federal Caio Victor, natural da 6ª Região, reforçando a presença do CFN nesse momento de transição e fortalecimento institucional. A mesa diretiva da solenidade foi composta por Rafael Azeredo, presidente da gestão anterior e reconduzido ao cargo; Ruth Guilherme, diretora da Associação Brasileira de Nutrição; Risoneide Calazans, diretora do CFN; Luci Medeiros, conselheira eleita que falou em nome dos novos conselheiros e foi devidamente empossada na ocasião; Walmery Feitosa, presidente do Sindicato dos Nutricionistas de Pernambuco; Eudilaine Andresa, representante da Executiva Nacional dos Estudantes de Nutrição (ENEN); e o promotor de Justiça Westei Conde, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). A solenidade também contou com a presença de representantes das entidades da categoria e de importantes nomes da história do Conselho. Estiveram presentes as ex-presidentes Nancy Aguiar e Sônia Lucena, além de Samuel Paulino, que encerrou seu mandato de conselheiro. Participaram ainda os ex-conselheiros Helena Didier e Angelo Almeida. Representando as entidades estaduais, estiveram presentes Elizabeth Nascimento, da Associação Pernambucana de Nutrição, e o professor Haroldo Ferreira, representando a Associação Alagoana de Nutrição. Também foi registrada a presença dos Sindicatos dos Nutricionistas de Pernambuco e da Paraíba, reafirmando a importância do diálogo entre o Conselho e as entidades representativas da profissão. Em seu discurso de posse, o presidente reeleito Rafael Azeredo destacou que a nova gestão nasce comprometida com a ética, a transparência, a ciência e o fortalecimento da Nutrição nos quatro estados que compõem a 6ª Região. Ao defender a centralidade das políticas públicas e do compromisso social da profissão, Rafael afirmou que “a segurança alimentar e nutricional não é tema lateral. Ela é fundamento. Ela é base. Ela é pilar da Nutrição”. O presidente também reforçou o propósito de construir um Conselho mais participativo, próximo da categoria e conectado aos desafios reais da população, dentro da proposta de construção de “Um Novo CRN-6”. Ao longo da fala, Rafael Azeredo apontou que o novo tempo do CRN-6 deverá ser marcado pela convergência, pelo diálogo e pela construção de pontes entre estados, áreas de atuação, gerações e espaços de exercício profissional. O presidente defendeu um Conselho de portas abertas, capaz de reunir assistência, gestão, docência, pesquisa, alimentação coletiva, clínica, esporte, saúde pública, SUS, SUAS e movimentos sociais em torno do fortalecimento da Nutrição e da defesa da vida. Em nome do Conselho Federal de Nutrição, Risoneide Calazans conduziu o ato de posse e destacou, em sua fala, a expectativa de uma gestão marcada pela escuta, pela proximidade com nutricionistas e técnicos em Nutrição e Dietética (TNDs) e pelo fortalecimento do Sistema CFN/CRN. Em tom de confiança e otimismo, ressaltou a importância de um Regional presente nos territórios, comprometido com a valorização profissional e atento às demandas concretas da categoria. O tesoureiro eleito Vitinho Gouveia também fez um discurso de posse pautado pelo compromisso público, pela responsabilidade institucional e pela defesa do direito humano à alimentação adequada. Ao assumir a tesouraria, destacou que “cuidar dos recursos deste Regional é cuidar do patrimônio coletivo da categoria”, reafirmando o compromisso com uma gestão séria, transparente e fiel à confiança depositada pela categoria. Em sua fala, Vitinho ainda sublinhou que fortalecer a Nutrição é fortalecer o SUS, o SUAS, a segurança alimentar e nutricional e as políticas públicas voltadas à dignidade da população. Durante a solenidade, também foi apresentada a nova campanha institucional do Conselho, intitulada “Um Novo CRN-6”, que passa a orientar simbolicamente o início da gestão 2026-2029. A proposta traduz o desejo de consolidar um Conselho mais aberto, participativo, transparente, ético e próximo da categoria, em sintonia com os desafios contemporâneos do exercício profissional e com o compromisso histórico da Nutrição com a sociedade. A diretoria eleita para a gestão 2026-2029 é composta por Rafael Azeredo (Presidente), Vilani Leite (Vice-Presidente), Roberta Lins (Secretária) e Vitinho Gouveia (Tesoureiro). Conselheiros(as) Efetivos(as) Allan Victor da Silveira Gouveia – CRN-6 42286 Anna Carla Cavalcante Luna dos Santos – CRN-6 8105 Luiz Miguel Gomes Barbosa – CRN-6 19940 Maria Vilani Oliveira Dantas Leite – CRN-6 2547 Rafael Rocha de Azeredo – CRN-6 5252 Roberta Lins da Silva – CRN-6 5792 Vanessa Ferreira Lima da Silva – CRN-6 30786 Viviane Cristina de Miranda – CRN-6 18642 Weskley César da Silva Ribeiro – CRN-6 8644 Conselheiros(as) Suplentes eleitos(as) Adriana Toledo de Paffer – CRN-6 4871 Ana Paula de Oliveira Santos – CRN-6 25366 Fernanda Menezes Piccolo – CRN-6 16221 Larissa Alda Silva Nascimento – CRN-6 42271 Louriene de Oliveira Antunes – CRN-6 22098 Luciana Larissa Santos da Silva – CRN-6 20976 Lucicreres Araújo Medeiros – CRN-6 13050 Maria Edilene Barbosa Vieira – CRN-6 32601 Paula Darling Conceição da Silva – CRN-6 16342 Secom-CRN-6
7 de março de 2026
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta de farmacovigilância para quem utiliza medicamentos ou suplementos alimentares que contêm cúrcuma (também conhecida como açafrão). Investigações internacionais identificaram casos raros, mas graves, de inflamação e danos ao fígado associados ao uso desses produtos em cápsulas ou extratos concentrados. O alerta da Anvisa se baseou em avaliações internacionais que identificaram casos suspeitos de intoxicação hepática em pessoas que utilizaram produtos com cúrcuma ou curcuminóides. O problema está associado especialmente a formulações e tecnologias que promovem um aumento na absorção da curcumina em níveis muito acima do consumo normal. Outras agências reguladoras, como as da Itália, Austrália, Canadá e França, já fizeram alertas sobre tema, após autoridades de saúde registraram casos de intoxicação do fígado ligados ao uso de suplementos de cúrcuma, o que levou à proibição de alguns produtos e à exigência de avisos de segurança nos rótulos. Na França, a Agência Nacional de Segurança Sanitária da Alimentação, do Meio Ambiente e do Trabalho (ANSES) identificou dezenas de relatos de efeitos adversos associados ao consumo de suplementos contendo cúrcuma ou curcumina, incluindo casos de hepatite, no âmbito do sistema de nutrivigilância. O alerta feito pela Anvisa apresenta orientações para profissionais de saúde, fabricantes de medicamentos e suplementos alimentares e consumidores. TEMPERO É SEGURO É muito importante esclarecer que o risco de toxicidade não está relacionado ao uso da cúrcuma, conhecida também como açafrão, para preparo da comida no dia a dia . O pó usado na culinária é seguro e não integra o alerta, uma vez que não há evidências de risco associado ao consumo da cúrcuma como alimento e aditivo alimentar. A diferença é que em medicamentos e suplementos o produto possui concentrações mais altas e uma capacidade de ser mais absorvido pelo organismo. SINAIS DE ALERTA Veja quais são os indícios que podem indicar a necessidade de avaliação médica: Pele ou olhos amarelados (icterícia); Urina muito escura; Cansaço excessivo e sem explicação; Náuseas e dores na região do abdômen. Caso sinta algum desses sintomas, a orientação é interromper o uso dos produtos imediatamente e procurar ajuda de profissionais de saúde. Suspeitas de eventos adversos devem ser notificadas ao VigiMed (medicamentos) ou e-Notivisa (suplementos). Medidas preventivas - Como medida preventiva, a Anvisa determinou a atualização, com avisos de segurança, das bulas dos medicamentos Motore® e Cumiah®. No caso dos suplementos, será iniciado processo para a reavaliação do uso dessas substâncias e também será exigida a inclusão de advertências obrigatórias sobre a possibilidade de efeitos adversos nos rótulos dos produtos.
5 de março de 2026
A segunda edição do Atlas Mundial da Obesidade – Obesidade Infantil, divulgado pela World Obesity Federation, na última quarta-feira (4/3), apresenta novos dados sobre a evolução do sobrepeso e da obesidade entre crianças e adolescentes no mundo. O documento apresenta um cenário preocupante: entre 2025 e 2027, o número de crianças e adolescentes com obesidade deverá superar o de indivíduos com baixo peso na faixa etária de 5 a 19 anos. Segundo o relatório, em 2025 são estimadas cerca de 177 milhões de crianças e adolescentes vivendo com obesidade, o equivalente a 8,7% da população nessa faixa etária. A projeção indica que esse número poderá chegar a 228 milhões até 2040. Quando considerado o conjunto de IMC elevado (sobrepeso e obesidade), o total estimado é ainda maior: 419 milhões em 2025, podendo alcançar 507 milhões até 2040, o que representa mais de uma em cada quatro crianças no planeta. Desde 2010, mais de 180 países registraram aumento na prevalência de sobrepeso e obesidade entre crianças e adolescentes. Apenas 15 países apresentaram redução no período. Globalmente, a prevalência de IMC elevado entre 5 e 19 anos passou de 14,6% em 2010 para 20,7% em 2025, evidenciando uma tendência de crescimento consistente. Impactos precoces na saúde O Atlas também aponta para os efeitos do excesso de peso ainda na infância. A estimativa é que 120 milhões de crianças e adolescentes apresentem sinais precoces de doenças crônicas associadas ao IMC elevado até 2040. Em 2025, o cenário global indica: 98 milhões com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD); 47 milhões com triglicerídeos elevados, aumentando o risco cardiovascular; 34 milhões com hipertensão, associada ao risco de acidente vascular cerebral; 14 milhões com hiperglicemia, condição que pode evoluir para diabetes. O relatório destaca que esses sinais frequentemente permanecem sem diagnóstico por anos, ampliando o risco de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) na vida adulta e aumentando a pressão sobre os sistemas de saúde. Cenário no Brasil Entre os países com maior número absoluto de crianças e adolescentes com obesidade, o Brasil aparece em posição de destaque. Para 2025, o Atlas estima: 17 milhões de crianças e adolescentes (5 a 19 anos) com IMC elevado; 7 milhões vivendo com obesidade. Os dados também apontam para sinais precoces de doenças associadas ao excesso de peso: 4 milhões com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica (MASLD); 1,999 milhão com hipertensão; 1,875 milhão com triglicerídeos elevados; 572 mil com hiperglicemia. Entre os fatores de risco identificados no país estão aleitamento materno inadequado (51,7%), baixo nível de atividade física entre adolescentes (84% não atingem as recomendações), consumo frequente de bebidas açucaradas por crianças e exposição pré-natal ao IMC elevado materno (32,3%). O Atlas também evidencia lacunas na implementação de políticas públicas. Apenas 73 países possuem medidas específicas para reduzir a exposição de crianças ao marketing de alimentos, e muitos ainda não monitoram de forma sistemática as ações adotadas.
2 de fevereiro de 2026
Nutricionistas aptos ao voto que não participaram da eleição do CRN-6 (gestão 2026–2029) devem apresentar justificativa de ausência em até 30 dias subsequentes à data do pleito, conforme regras do Sistema CFN/CRN. A votação do triênio 2026–2029 ocorreu no formato on-line, das 8h do dia 27/01/2026 às 18h do dia 28/01/2026. Quem precisa justificar Somente nutricionistas com inscrição definitiva ou provisória, aptos ao voto e que não votaram. Técnicos em Nutrição e Dietética (TND) não votam no processo eleitoral e, portanto, não precisam justificar. Como enviar a justificativa A justificativa deve ser enviada exclusivamente pelo sistema eleitoral, por escrito, com fundamentação e comprovação do motivo que impediu o voto. O envio é realizado no portal: crn6.eleicaonet.com.br Prazo O prazo é de 30 dias após a data do pleito. Para o pleito encerrado em 28/01/2026, isso corresponde a até 27/02/2026 (contagem de 30 dias a partir do encerramento). O que acontece depois As justificativas apresentadas serão apreciadas pelo Pleno do CRN-6. E se eu não votar nem justificar? O voto é obrigatório para nutricionistas e a ausência sem justificativa pode gerar multa correspondente a 20% da anuidade vigente, conforme previsto nas regras eleitorais do Sistema CFN/CRN.
29 de janeiro de 2026
Em votação 100% on-line, realizada das 8h do dia 27 de janeiro de 2026 às 18h do dia 28 de janeiro de 2026, a Chapa 2 foi eleita para conduzir o Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) no triênio 2026–2029, com 4.730 votos. O CRN-6, autarquia federal integrante do Sistema CFN/CRN, tem como finalidade orientar, fiscalizar e disciplinar o exercício profissional, reafirmando o compromisso com a ética, a qualificação da assistência e a defesa da Segurança Alimentar e Nutricional (SAN). A gestão 2026–2029 assume o compromisso de fortalecer a atuação do Conselho em diálogo com as políticas públicas, com a sociedade e, sobretudo, com cada Nutricionista e cada Técnico em Nutrição e Dietética (TND), valorizando o trabalho profissional e ampliando a presença institucional nos territórios de sua jurisdição. Conselheiros(as) Efetivos(as) Allan Victor da Silveira Gouveia – CRN-6 42286 Anna Carla Cavalcante Luna dos Santos – CRN-6 8105 Luiz Miguel Gomes Barbosa – CRN-6 19940 Maria Vilani Oliveira Dantas Leite – CRN-6 2547 Rafael Rocha de Azeredo – CRN-6 5252 Roberta Lins da Silva – CRN-6 5792 Vanessa Ferreira Lima da Silva – CRN-6 30786 Viviane Cristina de Miranda – CRN-6 18642 Weskley César da Silva Ribeiro – CRN-6 8644 Conselheiros(as) Suplentes eleitos(as) Adriana Toledo de Paffer – CRN-6 4871 Ana Paula de Oliveira Santos – CRN-6 25366 Fernanda Menezes Piccolo – CRN-6 16221 Larissa Alda Silva Nascimento – CRN-6 42271 Louriene de Oliveira Antunes – CRN-6 22098 Luciana Larissa Santos da Silva – CRN-6 20976 Lucicreres Araújo Medeiros – CRN-6 13050 Maria Edilene Barbosa Vieira – CRN-6 32601 Paula Darling Conceição da Silva – CRN-6 16342
16 de dezembro de 2025
Nota de Apoio do CRN-6 aos Projetos de Lei sobre Alimentação Adequada e Saudável no Ambiente Escolar
29 de novembro de 2025
CRN-6 destaca protagonismo da Nutrição no SUAS durante fórum nacional realizado na UFPE
22 de novembro de 2025
CRN-6 lança e-book “Sabores da Ancestralidade” no Quilombo Estivas e celebra cultura alimentar negra no Agreste
13 de novembro de 2025
Encontro de Formação Profissional reúne docentes e estudantes  para discutir as novas DCNs de Nutrição