Asbran lança curso sobre gordura trans e seus impactos na sociedade

Rui Gonçalves • 1 de fevereiro de 2021

A Associação Brasileira de Nutrição (Asbran) lançou o curso “Gordura Trans Não”, com o objetivo de ampliar o debate sobre a regulamentação da Gordura Trans no Brasil e no mundo. A iniciativa é parte do projeto “Um esforço coletivo para mudar o panorama da Gordura Trans no Brasil”. O curso tem quatro módulos compilados em um arquivo já disponibilizado no Youtube. O “Gordura Trans Não” é dirigido para nutricionistas, mas também aberto ao público em geral. É gratuito e certificado pela pela própria ASBRAN.


Desenvolvido pela parceria entre ASBRAN e o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), o curso busca fomentar conhecimento científico para mobilização da implementação da RDC 332/2019, uma grande vitória conquistada pelo projeto em 2019. São 15 aulas com profissionais renomados da área de interesse, com aproximadamente 45 minutos, divididas em quatro módulos.


“Os alunos poderão conhecer melhor o trabalho desenvolvido pelo projeto, seus avanços, e refletir sobre a importância da atuação e o trabalho de vários atores na construção de políticas públicas em saúde”, disse Ana Flávia Rezende, coordenadora do projeto.


Para assistir basta acessar o canal no youtube Gordura Trans Não Campanha – CLIQUE AQUI


Entre os temas das aulas estão “O que são Gorduras”, “As Gorduras Trans”, “O Impacto da gordura trans na saúde”, o “Impacto da RDC 332/2020 sobre a atuação do Nutricionista”, “Uma discussão sobre os substitutos da gordura trans industrial”, “Processos regulatórios”, “Implementação e Fiscalização de Medidas Regulatórias”, entre outros.


Para receber o certificado de conclusão do curso é preciso:


• Seguir o canal do youtube Gordura Trans Não Campanha e o instagram @gorduratransnão


• Enviar um e-mail para eadgorduratransnao@gmail.com para acessar material de apoio e responder questionário de avaliação do curso.


PROGRAMA DO CURSO


Módulo 1


Introdução – Boas-vindas ao curso EAD

Ana Flávia Rezende – Coordenadora do Projeto “Um esforço coletivo para mudar o panorama da Gordura Trans no Brasil”


Panorama Geral sobre a Parceria e o Projeto

Rita Frumento – Presidente do Conselho Federal de Nutricionistas


Óleos e as Gorduras

Guilherme Theodoro – Nutricionista e Conselheiro Conselho Regional de Nutricionistas 1


Gordura Trans

Ana Flávia Rezende – Coordenadora do Projeto “Um esforço coletivo para mudar o panorama da Gordura Trans no Brasil”


Impacto da gordura trans na saúde

Caroline Romeiro – Nutricionista e Conselheira Conselho Regional de Nutricionistas 1


Módulo 2


A OMS e o panorama geral de regulamentação de gordura trans no mundo

Ana Flávia Rezende – Coordenadora do Projeto “Um esforço coletivo para mudar o panorama da Gordura Trans no Brasil”


Relatório OMS 2020, a situação do Brasil Requisitos para o uso de Gordura trans nos alimentos – A regulamentação do Brasil

Eduardo Nilson – Ministério da Saúde


Requisitos para a gordura trans nos alimentos – A regulamentação no Brasil

Thalita Antony de Souza Lima – Gerente-Geral de Alimentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária- ANVISA


Módulo 3


O Projeto “Pela saúde do Coração, Gordura Trans Não” 

Ana Flávia Rezende- Coordenadora do Projeto “Um esforço coletivo para mudar o panorama da Gordura Trans no Brasil”


O Impacto da RDC 332/2019 sobre a atuação do Nutricionista

Ana Flávia Rezende – Coordenadora do Projeto “Um esforço coletivo para mudar o panorama da Gordura Trans no Brasil”


Uma discussão sobre os substitutos da gordura trans industrial

Ana Carolina Fernandes – Professora da UFSC e Pesquisadora do Grupo de Pesquisa NUPPRE/UFSC


Comida de Verdade

Renata Monteiro – Presidente do Conselho Regional de Nutricionistas- 01


Módulo 4


Processos regulatórios

Thalita Antony de Souza Lima – Gerente-Geral de Alimentos Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA


Implementação e Fiscalização de Medidas Regulatórias

Renata Araújo de Ferreira – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA


A relevância das políticas públicas em alimentação e nutrição na área da saúde

Albaneide Peixinho – Programa Mundial de Alimentos- WFP


A atuação da sociedade civil em políticas públicas na área da saúde

Patrícia Gentil – Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável


Com informações da Asbran


7 de abril de 2026
Nova diretriz da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) recomenda que o tratamento farmacológico não usado isoladamente, mas sempre associado a mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física. A orientação faz parte de documento que reúne 32 recomendações para o cuidado com a obesidade. O documento define como principais critérios para indicação da remédios o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m² ou IMC maior ou igual a 27 kg/m² em pessoas com complicações relacionadas à adiposidade. O IMC pode ser calculado no site da associação . Em situações específicas, o texto ainda admite considerar tratamento mesmo independentemente do IMC, quando há aumento da circunferência da cintura ou da relação cintura-altura associado a complicações. “O médico passou a lidar com um cenário terapêutico mais amplo e com decisões que exigem avaliação cada vez mais individualizada. Esta diretriz transforma esse avanço científico em orientação prática, oferecendo mais subsídio para a conduta clínica e mais segurança para o cuidado dos pacientes”, ressaltou o presidente da Abeso, Fábio Trujilho. A nova diretriz foi elaborada por um grupo multidisciplinar formado por endocrinologistas, clínicos gerais e nutricionistas e traz as orientações organizadas por classes de recomendação e níveis de evidência. “O documento traz direcionamentos para cenários como risco cardiovascular, pré-diabetes, doença hepática gordurosa, osteoartrite, câncer, deficiência de testosterona masculina, apneia do sono, perda de massa magra e muscular, o que aproxima a recomendação científica das perguntas reais do consultório”, destacou um dos coordenadores da nova diretriz, Fernando Gerchman. As novas diretrizes reforçam ainda os alertas sobre quando um medicamento não é indicado e chama a atenção para o uso de substâncias sem evidências robustas de eficácia e segurança demonstradas em ensaios clínicos, fórmulas magistrais e produtos manipulados para o tratamento da obesidade, incluindo formulações com diuréticos, hormônios tireoidianos, esteroides anabolizantes, implantes hormonais ou gonadotrofina coriônica humana (hCG). Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação
Por Nairton Severiano 7 de abril de 2026
Uma importante vitória para as crianças no Brasil, o governo federal anunciou em fevereiro um aumento de 21,8% no orçamento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Com a medida, a partir da primeira transferência de 2026, o programa passará a operar com um novo orçamento federal de R$ 6,7 bilhões (aproximadamente US$ 1,29 bilhão) — um aumento de R$ 1,2 bilhão (cerca de US$ 230 milhões) em relação a 2025. Esse aumento restaura recursos essenciais para um dos maiores e mais inovadores programas de alimentação escolar do mundo. Nos últimos três anos, enquanto o financiamento do PNAE permaneceu estagnado, a alta dos preços dos alimentos corroeu progressivamente o poder de compra dos recursos destinados à alimentação escolar, ameaçando a qualidade das refeições servidas diariamente a aproximadamente 40 milhões de estudantes do país. O reajuste ajuda a restaurar o poder de compra do programa, levando em conta a inflação dos alimentos acumulada durante esse período. Esse resultado foi fruto de um esforço coordenado de defesa do orçamento, liderado por parceiros do Global Health Advocacy Incubator (GHAI) — o Observatório da Alimentação Escolar (ÓAÊ) e a FIAN Brasil . Por meio da coleta rigorosa de evidências, da comunicação coordenada e do diálogo com os tomadores de decisão, a questão permaneceu visível e passível de ação em momentos políticos cruciais. Relatórios técnicos, análises de políticas, declarações públicas e engajamento estratégico com formuladores de políticas foram utilizados para demonstrar consistentemente como a inflação vinha comprometendo a capacidade do programa de fornecer refeições saudáveis ​​e adequadas. Notavelmente, os valores per capita aprovados pelo governo federal seguem a metodologia proposta em uma nota técnica da ÓAÊ, que utilizou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) grupo alimentos e bebidas, identificando uma maior inflação de alimentos em comparação com a inflação geral nos últimos três anos. Ao documentar a discrepância entre as transferências federais e o custo real dos alimentos e ao propor um mecanismo de correção claro, os parceiros construíram uma argumentação convincente e orientada para a ação em prol da reforma. O Programa Nacional de Alimentação Escolar é uma política universal, estabelecida por lei, que garante refeições escolares a todos os alunos da rede pública de ensino do Brasil. É um dos programas de alimentação escolar mais robustos do mundo e amplamente reconhecido como modelo global por sua abordagem baseada em direitos, implementação descentralizada e forte apoio à agricultura familiar. No entanto, como muitos programas públicos de alimentação em todo o mundo, o PNAE é vulnerável à inflação. Sem ajustes periódicos, a inflação reduz o poder de compra das transferências federais, obrigando os governos locais a esticar ao máximo seus recursos limitados ou a comprometer a qualidade. A situação é particularmente crítica nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, onde mais de 30% dos municípios já enfrentam dificuldades para complementar as transferências federais com recursos próprios. Este aumento orçamentário ocorre em meio a diversas mudanças recentes nas políticas públicas para aprimorar o programa. Atualizações recentes do PNAE elevaram o percentual mínimo de recursos destinados à compra de alimentos de agricultores familiares para 45% e reduziram ainda mais a aquisição de alimentos processados ​​e ultraprocessados ​​para 10%. Reforçando essa mudança em direção a ambientes alimentares escolares mais saudáveis, diversas jurisdições — incluindo as cidades de Niterói e Rio de Janeiro e o estado do Ceará — aprovaram leis que proíbem a venda e a publicidade de produtos ultraprocessados ​​dentro e nos arredores das escolas, também com o apoio dos parceiros da GHAI. A sociedade civil sempre desempenhou um papel fundamental na criação, expansão e aprimoramento contínuo do PNAE. Fundado em 2021, o ÓAÊ é a principal rede da sociedade civil dedicada ao direito à alimentação escolar no Brasil. Por meio de pesquisa, monitoramento, conscientização pública e mobilização, oÓAÊ contribui para que a implementação do programa permaneça alinhada a suas diretrizes. A campanha “ Reajusta PNAE Sempre ” tem sido essencial para chamar a atenção para as perdas inflacionárias e defender um financiamento previsível e protegido. A GHAI apoiou seus parceiros ao longo de todo esse esforço, oferecendo consultoria em comunicação estratégica, fortalecendo a capacidade de comunicação digital e ajudando a navegar por momentos-chave no processo de formulação de políticas — garantindo que as evidências técnicas se traduzissem em impacto de defesa oportuno e estratégico. Embora esse ajuste baseado na inflação represente um progresso significativo, os defensores enfatizam que ainda é necessária uma solução estrutural. Atualmente, o PNAE não possui um mecanismo de ajuste anual automático, o que o deixa vulnerável a flutuações políticas e futuras perdas inflacionárias. Estabelecer um ajuste anual permanente e legalmente obrigatório proporcionaria maior previsibilidade para estados e municípios e protegeria melhor a integridade do programa ao longo do tempo. Por ora, este anúncio representa uma importante vitória, restaurando recursos vitais para um programa que atende e beneficia 40 milhões de estudantes. Fonte: FIAN Brasil
3 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) manifesta seu mais veemente repúdio ao edital de concurso público divulgado pela Prefeitura Municipal de Tibau (RN), que prevê remuneração de R$ 1.621,00 para jornada de 30 horas semanais para o cargo de Nutricionista. A proposta apresentada desrespeita frontalmente a dignidade da profissão, desvaloriza o trabalho técnico-científico do Nutricionista e ignora a complexidade das atribuições exigidas, especialmente no âmbito das políticas públicas de Alimentação e Nutrição, como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), SUS e SUAS. É inaceitável que um profissional de nível superior, responsável por garantir a Segurança Alimentar, a qualidade da alimentação ofertada à população e a execução de políticas estruturantes, seja submetido a condições remuneratórias tão incompatíveis com a relevância de sua atuação. Em especial, em um estado que apresenta o segundo maior índice de sobrepeso e obesidade do país, em contraste com a permanência de inúmeras famílias ainda submetidas à insegurança alimentar moderada ou grave, é inadmissível que a profissão que atua diretamente com a Ciência da Nutrição seja tratada com tamanho desvalor. Além de representar um grave retrocesso na valorização profissional, a medida compromete diretamente a qualidade dos serviços prestados à população, sobretudo em áreas sensíveis como a alimentação escolar, que exige Responsabilidade Técnica, ética e qualificação adequada. Diante desse cenário, o CRN-6 informa que adotará todas as medidas cabíveis, incluindo o acionamento do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, em articulação com o Sindicato dos Nutricionistas do Estado do Rio Grande do Norte (SINUR), a fim de apurar possíveis irregularidades e assegurar o respeito às condições dignas de trabalho e à valorização da categoria.  O CRN-6 reafirma seu compromisso com a defesa da Nutrição, da sociedade e de condições justas de exercício profissional.
2 de abril de 2026
A nomeação de sete novos Técnicos em Nutrição e Dietética (TNDs) para o Hospital da Mulher, em Mossoró (RN), marca um avanço importante para a qualificação da assistência em saúde no estado. A medida ocorre após intensa mobilização dos profissionais aprovados em concurso público, com apoio institucional do Sindicato dos Nutricionistas do Rio Grande do Norte e do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6). Em todas as articulações, o colaborador do CRN-6, Douglas Lucena, e o conselheiro Weskley Ribeiro, estiveram representando o Regional, junto da categoria. O Além das articulações políticas e institucionais, o CRN-6 atuou diretamente no campo jurídico ao protocolar uma notícia de fato junto ao Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte. Embora as vagas já estivessem previstas no edital, o Conselho destacou, na manifestação, a necessidade de ampliação do número de profissionais para a Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP), considerando as demandas assistenciais e a importância estratégica da área de Alimentação e Nutrição nos serviços de saúde. A pauta também foi levada a diferentes espaços de diálogo e controle social. Representantes do CRN-6 participaram de reuniões com o secretário estadual de saúde, além de apresentarem a demanda no Conselho Estadual de Saúde e em encontro com o Ministério Público do Trabalho, reforçando a urgência da convocação e a valorização dos profissionais da área. Para a vice-presidente do CRN-6, Maria Vilani Leite, a nomeação representa uma conquista construída coletivamente. “Esse é um resultado que demonstra a força da mobilização da categoria aliada à atuação institucional. A presença de profissionais de Nutrição nos serviços de saúde é essencial para garantir cuidado qualificado, segurança alimentar e assistência adequada à população”, destacou. Já a conselheira Maria Edilene Vieira enfatizou o papel estratégico da ampliação das equipes. “Não se trata apenas de cumprir o edital, mas de reconhecer a importância desses profissionais no funcionamento dos serviços de saúde. A ampliação do número de TNDs é uma medida que impacta diretamente na qualidade da assistência e nas condições de trabalho das equipes”, afirmou. A atuação do CRN-6 neste processo reafirma o compromisso da autarquia com a valorização da categoria, a defesa das atribuições profissionais e a garantia de serviços de saúde mais resolutivos e humanizados. A nomeação dos novos TNDs representa, portanto, não apenas o cumprimento de uma etapa administrativa, mas o fortalecimento de uma agenda permanente em defesa da Nutrição no âmbito do SUS.
2 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) esteve presente nas discussões do Fórum das Mulheres na Saúde realizado, nesta quarta-feira (1º), no Hotel Jatiúca. O evento se consolidou como um espaço estratégico de articulação, diálogo e construção coletiva em torno das políticas públicas voltadas à saúde das mulheres. Representando a instituição, a conselheira Adriana Paffer participou do encontro e destacou a importância da atuação do Sistema CFN/CRNs em agendas que atravessam o cuidado, a equidade e os direitos sociais. Para ela, a presença do Conselho nesses espaços reafirma o compromisso da Nutrição com pautas estruturantes da saúde pública. O Fórum reuniu representantes de importantes instâncias do controle social e da gestão pública, incluindo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), a Comissão Intersetorial de Saúde das Mulheres, o Conselho Estadual de Saúde e o Ministério da Saúde. A diversidade de atores presentes reforça o caráter intersetorial do evento, evidenciando que a saúde das mulheres demanda ações integradas, que dialoguem com os determinantes sociais da saúde. Durante sua fala, Adriana Paffer ressaltou que a Nutrição ocupa um lugar central na promoção da saúde e na garantia de direitos. “É fundamental que o CRN-6 esteja inserido nesses espaços de debate e formulação de políticas públicas. Falar de saúde das mulheres também é falar de segurança alimentar e nutricional, de acesso à alimentação adequada e saudável e de condições dignas de vida”, afirmou. O evento também contou com a presença da presidenta do Consea Maceió, Nelma Nunes, fortalecendo o diálogo entre diferentes instâncias de participação social e ampliando as possibilidades de construção de políticas públicas mais efetivas e sensíveis às realidades locais. A participação do CRN-6 no Fórum reafirma o compromisso da autarquia com uma atuação técnica, ética e politicamente implicada com as demandas da sociedade. A promoção da saúde, a construção de cidades saudáveis e a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) precisam estar no centro das agendas públicas, sendo discutidas e fortalecidas em espaços coletivos como este.
1 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição 6ª Região (CRN-6) realizou, nesta terça-feira (31), reunião plenária com a participação de conselheiros dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, consolidando um espaço de decisões estratégicas e de fortalecimento da atuação institucional em defesa da Nutrição e do exercício profissional. A reunião foi marcada por uma agenda intensa, com destaque para pautas que dialogam diretamente com a realidade dos nutricionistas e com a presença da Nutrição em políticas públicas essenciais. Um dos pontos centrais foi a contribuição do Regional para a construção da Política Nacional das Áreas Técnicas de Nutrição (PNATN), iniciativa conduzida pelo Conselho Federal que busca organizar, fortalecer e dar maior consistência à atuação técnica dos nutricionistas em diferentes campos. "A participação ativa do Regional nesse processo reafirma o compromisso com a qualificação da prática profissional e com a construção coletiva de diretrizes que impactam todo o país", destacou o presidente do CRN-6, Rafael Azeredo. A plenária também aprovou apoio institucional ao CONSEA em Alagoas e ao CONSEA Maceió, fortalecendo a articulação com espaços de controle social da política de Segurança Alimentar e Nutricional. A participação do Conselho em eventos e debates nesse campo amplia a presença da Nutrição nas discussões sobre o Direito Humano à Alimentação Adequada e reforça o papel político da categoria na construção de sistemas alimentares mais justos e sustentáveis. Outro destaque importante foi a atuação relacionada à alimentação escolar no município de Maceió. A partir de demanda do Ministério Público Federal, o Conselho foi acionado para analisar se o número de nutricionistas na rede municipal atende aos parâmetros legais do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). A medida evidencia o papel técnico e fiscalizador da instituição na garantia da qualidade da alimentação ofertada aos estudantes e na defesa da presença do nutricionista como profissional essencial nas políticas públicas . No campo da formação e da participação estudantil, foi discutido o apoio institucional ao XXI Encontro Regional de Estudantes de Nutrição (ERENUT), iniciativa que mobiliza estudantes e fortalece o debate sobre a formação profissional. "A gente precisa sempre pensar nos futuros profissionais. Por isso, essa pauta reforça o comprometimento do Conselho com o fortalecimento da Nutrição a partir da articulação e proximidade com os estudantes, criando espaço de diálogo e de ação", pontua o diretor tesoureiro, Vitinho Gouveia. A plenária ainda avançou na análise e implementação de instrumentos técnicos fundamentais para a prática profissional, como o roteiro de visita técnica voltado para lactários, que orienta a atuação em nutrição clínica e assistência dietoterápica. Paralelamente, foram debatidas contribuições para a qualificação dos roteiros de fiscalização em áreas como alimentação escolar (PNAE) e telenutrição, evidenciando o compromisso com a atualização contínua e com a incorporação de novas práticas no campo da Nutrição . Outro momento importante foi a aprovação do evento comemorativo do Dia do Nutricionista, NEX 2026, que será realizado de forma descentralizada em diferentes cidades da região, ampliando o alcance das ações institucionais e promovendo maior proximidade com a categoria. "Esse ano será intenso para o nosso Regional. Queremos contemplar ainda mais profissionais e estudantes. Faremos o NEX no Recife (PE), Mossoró (RN), Campina Grande (PB) e Maceió (AL)", adianta Rafael. Para o presidente, a plenária reafirma o compromisso do Conselho com uma atuação técnica e socialmente comprometida. “Cada pauta que passa por este espaço está diretamente ligada à vida real dos nutricionistas e da população. Estamos fortalecendo a profissão, ampliando nossa presença nas políticas públicas e garantindo que a Nutrição seja reconhecida como essencial”, destacou. Já a secretária, Roberta Lins, destacou a importância do trabalho articulado entre os estados. “A presença dos conselheiros dos quatro estados fortalece o olhar regional e permite que nossas decisões sejam mais conectadas com as realidades locais. Isso torna a atuação do Conselho mais efetiva e mais próxima da categoria”, pontuou. A reunião plenária reafirma o papel do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região como uma instituição ativa, técnica e comprometida com o fortalecimento da profissão, atuando de forma estratégica para ampliar o impacto da Nutrição na sociedade e garantir melhores condições de exercício para os nutricionistas.
1 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região participou, nesta terça-feira (31), de evento promovido pela Liga Acadêmica de Nutrição Social da Uninassau-Olinda, reunindo estudantes e profissionais em torno de discussões atuais e estratégicas para a atuação do nutricionista. A atividade contou com a presença do presidente do Conselho, Rafael Azeredo, do diretor tesoureiro, Vitinho Gouveia, e do conselheiro Luiz Miguel, reforçando o compromisso da autarquia com a formação acadêmica e a aproximação com os futuros profissionais da Nutrição. A programação foi marcada por reflexões relevantes sobre os desafios contemporâneos da profissão. O nutricionista André Nascimento conduziu a palestra com o tema “Entre canetas e comida de verdade: o papel do nutricionista na era do GLP-1”, trazendo à tona debates sobre o uso crescente de medicamentos no manejo do peso e a necessidade de reafirmar o papel do nutricionista na promoção da alimentação adequada e saudável, baseada em evidências e no cuidado integral. Na sequência, o nutricionista e conselheiro Luiz Miguel abordou o tema “O papel do nutricionista nas políticas públicas”, destacando a importância da atuação profissional na construção, implementação e monitoramento de políticas de alimentação e nutrição. A fala reforçou a centralidade do nutricionista em programas e estratégias que impactam diretamente a saúde da população. Durante sua participação, o presidente Rafael Azeredo realizou uma fala institucional voltada à valorização da profissão e ao compromisso social da Nutrição. Em sua fala, destacou a necessidade de os futuros nutricionistas compreenderem a amplitude do campo de atuação e a responsabilidade técnica e ética que acompanha o exercício profissional. “O nutricionista tem um papel estratégico na sociedade. Estamos falando de saúde, de direito à alimentação e de qualidade de vida. É fundamental que os estudantes compreendam desde já a dimensão desse compromisso”, ressaltou. O diretor tesoureiro, Vitinho Gouveia, enfatizou a importância de espaços como esse para a formação crítica dos estudantes. “A universidade é um lugar de construção, mas também de posicionamento. É aqui que começamos a entender que a Nutrição vai muito além do consultório. Ela está nas políticas públicas, na vida das pessoas e nos territórios”, afirmou. A participação do Conselho no evento reforça a importância da articulação entre ensino, prática profissional e compromisso social, contribuindo para a formação de nutricionistas mais preparados, críticos e alinhados às demandas contemporâneas da área.
1 de abril de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) apresenta sua nova logomarca institucional, resultado de um processo criterioso que envolveu análise técnica, coerência visual e alinhamento estratégico com os princípios da comunicação pública. O símbolo foi aprovado por reunir atributos fundamentais para uma identidade contemporânea, sem romper com os elementos históricos já consolidados. A nova marca mantém as cores institucionais, garantindo continuidade simbólica e reconhecimento imediato. No entanto, avança ao adotar uma linguagem visual mais limpa, com melhor equilíbrio entre tipografia, formas e proporções, favorecendo a aplicação em diferentes suportes e ambientes, especialmente no meio digital, onde a legibilidade é um fator crítico. Do ponto de vista técnico, a nova logo evidencia ganhos importantes. A tipografia apresenta maior clareza e hierarquia visual, permitindo rápida identificação do nome institucional mesmo em escalas reduzidas. A simplificação das formas contribui para reduzir ruídos visuais, tornando a marca mais funcional em materiais diversos, como redes sociais, documentos oficiais e peças impressas. Outro elemento de destaque é a incorporação dos quatro estados (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte) de maneira mais integrada e harmônica. No modelo aprovado, essa representação ganha melhor contraste e definição, fortalecendo a leitura da dimensão regional do Conselho sem sobrecarregar a composição. Para o presidente do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região, a nova identidade visual dialoga diretamente com o momento institucional vivido pela autarquia. “A nova logomarca traduz um Conselho que se atualiza sem perder sua essência. Há um compromisso com a técnica, com a comunicação qualificada e com a aproximação da sociedade. Essa marca expressa um posicionamento institucional mais firme e conectado com as demandas contemporâneas da Nutrição”, afirmou. A coordenadora da Comissão de Comunicação, Maria Edilene Vieira, destaca que o processo de escolha considerou critérios objetivos. “Não se tratou apenas de uma escolha estética. Avaliamos aspectos como legibilidade, aplicabilidade, equilíbrio cromático e capacidade de representação institucional”, explicou. Responsável pelo desenvolvimento da proposta, o designer Swammy Sodré ressalta que a construção da marca foi orientada por princípios do design contemporâneo. “Trabalhamos com redução de complexidade, fortalecimento da tipografia e organização dos elementos visuais. A nova logo apresenta maior consistência no uso das cores, melhor contraste e uma composição mais estável, o que garante versatilidade e eficiência comunicacional”, pontuou. Já o coordenador do Setor de Comunicação, Rui Gonçalves, enfatiza o papel estratégico da identidade visual no contexto institucional. “Uma marca institucional precisa comunicar com precisão. O modelo aprovado não apenas organiza melhor os elementos gráficos, mas também reposiciona o Conselho no campo simbólico. É uma identidade que sustenta uma comunicação mais clara, mais acessível e alinhada ao compromisso social da Nutrição”, destacou. A nova logomarca será implementada de forma gradual, consolidando uma identidade visual que alia tradição, técnica e contemporaneidade, fortalecendo a presença institucional do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região nos territórios em que atua.
26 de março de 2026
O Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6) participou do Fórum de Presidentes dos Conselhos Regionais de Nutrição, iniciado, nesta quinta-feira (26), em Salvador (BA), um espaço estratégico de diálogo, articulação institucional e fortalecimento do Sistema CFN/CRN. O encontro reuniu lideranças de diferentes regiões do país para debater pautas estruturantes da profissão, com destaque para o compromisso social da Nutrição, o Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e o papel político dos Conselhos na sociedade. A programação contemplou discussões fundamentais para o presente e o futuro da profissão, incluindo temas como a Escola de Nutrição Antirracista e a necessidade de ampliar a atuação da categoria para além dos espaços tradicionais, assumindo protagonismo em agendas públicas e sociais. Representando o CRN-6, participaram do encontro o presidente, Rafael Azeredo, e o diretor tesoureiro, Vitinho Gouveia, reforçando o compromisso da gestão com uma Nutrição cada vez mais conectada às demandas sociais e aos desafios contemporâneos. Para Rafael Azeredo, o momento exige um reposicionamento da profissão diante das desigualdades que atravessam o país: “Precisamos, enquanto categoria, acordar para o nosso compromisso social. Em um país onde ainda há pessoas em situação de fome, há também nutricionistas. Isso nos convoca a ocupar espaços, tensionar estruturas e atuar de forma mais incisiva na garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada.” O presidente destacou ainda que a Nutrição não pode se limitar a uma atuação técnica descolada da realidade social, sendo fundamental que os profissionais se reconheçam como agentes políticos na defesa de direitos, na formulação de políticas públicas e na construção de respostas concretas para a população. Já o diretor tesoureiro, Vitinho Gouveia, chamou atenção para a necessidade de resgatar a centralidade do objeto de trabalho da profissão: “O nosso objeto de trabalho, por excelência, é o ser humano, não trabalhamos apenas com nutrientes, alimentos. Isso exige de nós uma visão integral, que considere nutrientes, indicadores, mas também histórias, territórios, culturas e condições de vida, acesso, entre tantos outros elementos” A participação do CRN-6 no Fórum reforça uma agenda que articula técnica, ética e compromisso social, apontando para uma Nutrição mais implicada com as questões públicas, com a soberania alimentar e com a construção de uma sociedade mais justa. Ao integrar debates sobre liderança, equidade e responsabilidade social, o encontro reafirma que o futuro da Nutrição passa, necessariamente, pela capacidade de dialogar com outras áreas, ocupar espaços de decisão e assumir seu papel estratégico na promoção da saúde e na garantia de direitos.
26 de março de 2026
A conselheira do Conselho Regional de Nutrição da 6ª Região (CRN-6), Viviane Miranda, participou da cerimônia SER MULHER promovida, nesta quarta-feira (25), pela UNINASSAU, em Olinda e Paulista, que reconheceu lideranças femininas de destaque em Pernambuco. A iniciativa celebrou trajetórias de mulheres que têm contribuído significativamente para o desenvolvimento social, político e profissional no estado. A homenagem destaca o protagonismo feminino em diferentes áreas de atuação, evidenciando o impacto dessas lideranças na construção de uma sociedade mais justa, equitativa e comprometida com o bem-estar coletivo. No campo da Nutrição, o reconhecimento à conselheira do CRN-6 reforça o papel estratégico da profissão na promoção da saúde e na garantia de direitos fundamentais. Para Viviane Miranda, a honraria representa não apenas uma conquista individual, mas o reconhecimento de uma agenda coletiva e urgente: “Participar desse momento é, sobretudo, reafirmar o compromisso com a luta pela soberania alimentar. Falar de alimentação é falar de direito, de cultura, de território e de dignidade. Seguiremos atuando para que todas as pessoas tenham acesso a uma alimentação adequada, saudável e que respeite suas identidades.” A participação do CRN-6 em espaços como esse fortalece a visibilidade da Nutrição como campo essencial para a promoção da Segurança Alimentar e Nutricional, além de evidenciar a atuação de profissionais que, diariamente, contribuem para transformar realidades por meio do cuidado, da técnica e do compromisso social. A cerimônia realizada na Av. Carlos de Lima Cavalcante, 2499 - Casa Caiada, Olinda - PE, 53040-000 em Olinda reuniu diversas lideranças femininas, em um momento marcado pelo reconhecimento, pela valorização das trajetórias e pelo fortalecimento de redes que impulsionam mudanças concretas na sociedade Pernambucana.